A estranha incoerência do Corinthians

Fagner, Carlos Leite e Gil

Há alguns dias, o Corinthians inscreveu o jovem Ruan (22), que não disputa uma partida de futebol há três anos (desde 2020), para o principal torneio que disputará em 2023, a Copa Libertadores da América.

O atleta chegou ao Timão em 2019 e entrou em campo apenas quatro vezes, sempre partindo do banco de reservas.

De lá para cá foram duas cirurgias de joelho.

A coerência, em meio a esta óbvia obscuridade, seria Ruan figurar também entre os inscritos do Campeonato Brasileiro, que exige alternância maior de escalados.

Eis que, surpreendentemente, não está.

Evidencia-se, ainda mais, que o objetivo de inserir Ruan na lista da Libertadores era o de maquiar o currículo da ‘mercadoria’, acolhendo interesses dos agentes do jogador e dos cartolas que deles se beneficiam.

Esportivamente, o Corinthians disputará a Libertadores com uma de suas vagas de reposição inutilizada, gerando óbvio prejuízo esportivo à agremiação.

A administração da carreira do atleta é do esperto Carlos Leite, sob a regência preposta da “Kuniy & W”, radicada em Santa Catarina.

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