Coluna do Fiori

FUTEBOL: POLÍTICA, ARBITRAGEM E VERDADE
Fiori é ex-árbitro da Federação Paulista de Futebol, investigador de Polícia e autor do Livro “A República do Apito” onde relata a verdade sobre os bastidores do futebol paulista e nacional.
http://www.navegareditora.com.brEmail:caminhodasideias@superig.com.br

“Maldito é o dinheiro e interesses que cala a boca de uns, compra amizade de outros e acaba com o caráter de vários”
Incógnito
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Juris171consulto e todos que continuam desprezando o estatuto SAFESP

Permaneço aguardando que tornem público o parecer explicativo contendo assinatura e número da inscrição na OAB do advogado a quem atribuem ter-lhes dito que o estatuto se contradiz.
Reptando
Ao causídico presidente, diretores ou apoiadores que exercem advocacia, a fazê-lo no papel timbrado da entidade, fundamentando onde estão as incoerências ao Capítulo II referente Sócios. Categorias. Direito e Deveres.
Notadamente
No ART 6º – Dos Direitos, Deveres, Contribuições, Readmissão, Anistia e Benefícios.
Enfatizando
A Secção IV – Das Contribuições, Readmissão, Anistia e dos Benefícios; enfatizando o elucidativo de todas as letras
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Partida Final da Taça Independência da FPF, disputados por times não classificados para quartas de final da Série A do Paulistão ano 2023
Domingo 26/03
São Bernardo FC 0 x 0 Mirassol no tempo normal
Decisão por penalidades máxima
São Bernardo 4 x 2 Mirassol. Equipe bernardense tornou-se Campeã
Árbitro: Matheus Delgado Candançan
VAR
Adriano de Assis Miranda
Item Técnico
Sugiro ao jovem e promissor arbitro que reveja o videoteipe completo, principalmente: no instante que paralisou e reiniciou a contenda com bola ao chão depois que ela bateu no seu corpo
Item Disciplinar
Cartão Amarelo: 03 para equipe mandante e 02 para visitante
Primeira contenda das duas que decidira o campeão da Série A do Paulistão 2023 será realizada no Domingo 02/04 as 16hs00 na cidade de Barueri
Água Santa x Palmeiras
Árbitra: Edina Alves Batista (FIFA)
Assistente 01: Neusa Inês Back (FIFA)
Assistente 02: Alex Ang Ribeiro (FIFA)
VAR
Jose Claudio Rocha Filho (FIFA)

Coluna em Vídeo
A versão em vídeo da coluna, por razões técnicas, não será publicada, retornando na próxima semana
Política
Bolsonaro volta carregando na bagagem riscos jurídicos

Bolsonaro desembarcou sem o risco de topar, em solo brasileiro, com uma ordem judicial de prisão preventiva. Sabia, depois dos 89 dias no exterior, que era zero o risco de prisão.
Atenção: no momento, não estão presentes os requisitos para a imposição judicial de acautelatória prisão.
Como sabe até um reprovado em exame de qualificação profissional da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil), a prisão cautelar não pode ser usada —ainda que presentes condutas criminosas induvidosas— como antecipação de julgamento.
Mas, como dá para perceber sob a ótica jurídica, a bagagem a ser carregada por Bolsonaro é pesada. Para se ter ideia do peso das investigações criminais e prova e usando uma imagem: a mala está sem alça e as rodinhas quebradas.
Nem com Cássio Nunes Marques no lugar de Ricardo Lewandowski no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) conseguira Bolsonaro escapar da inelegibilidade. Contra Bolsonaro estão em curso no TSE 16 procedimentos.
No TSE, o primeiro processo a ser julgado contra Bolsonaro decorre da ação de investigação judicial eleitoral. E existe, basta ter olhos de ver, prova provada de abuso de poder político. Ou melhor, Bolsonaro abusou ao convocar diplomatas para lhes informar falsamente, na condição de presidente da República, que as urnas eletrônicas seriam fraudadas e o resultado maculado por vícios geradores de ilegitimidade do vencedor do pleito.
Voltando à prisão cautelar, na modalidade preventiva, essa medida drástica poderá ser decretada no curso das investigações ou de dos processos contra Bolsonaro perante a Justiça criminal comum. Lógico e volto a frisar, desde que necessária para garantir a ordem pública e a tranquilidade social.
Trocado em miúdos, se Bolsonaro voltar a pregar o golpismo, atentar contra o estado democrático de direito, subverter a ordem pública, deverá ter a prisão preventiva imposta pela autoridade judiciária.
A lembrar, Bolsonaro tem pendências investigatórias no STF e, como perdeu o foro privilegiado, está sujeito a decisões de primeira instância. O Ministério Público com atuação em primeiro grau, quer federal, quer estadual, conta com independência funcional. De se ressaltar, ainda, estar o procurador-geral da República, desde o fim do mandato de Bolsonaro, mais lulista do que a Janja, esposa do atual presidente.
Enfim, caso Bolsonaro volte, agora na presidência honorária do seu partido e com remuneração de ministro do STF paga com verba público destinada à agremiação política de sigla PL, à estratégia política-jurídica do seu tempo de chefe do Executivo federal, a sua prisão preventiva será de rigor.
Em outras palavras: como Bolsonaro é impetuoso, irresponsável e tem cabeça desmobiliada, poderá ser preso cautelarmente.
Ele sabe muito bem da necessidade em dedicar parte do seu tempo para acompanhar as investigações e as ações judiciais presentes e futuras. Segundo corre nos corredores dos fóruns e tribunais, Bolsonaro vai vestir o figurino de vítima. E a trajar tais panos, com manual de vitimologia na cabeceira da cama, executará com estridência o direito de espernear.
Wálter Maierovitch: é um professor, desembargador e jurista brasileiro – Publicado no UOL do dia 30/03/2023
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Finalizando
“O Demónio não soube o que fez quando criou o homem político; enganou-se, por isso, a si próprio”
William Shakespeare: foi um dramaturgo e poeta inglês
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Chega da escandalosa Corrupção praticada por senadores, deputados federais, estaduais, vereadores, membros do Judiciário, ministério público; idem funcionários públicos de todas as galgas
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Se liga São Paulo
Acorda Brasil
SP-01/04/2023
