Lusa vive do passado, tem presente obscuro e futuro destruído

Dando sequência aos procedimentos de destruição da Portuguesa, o presidente Antonio Castanheira decidiu que o clube não disputará os campeonatos Sub-15 e Sub-17, eliminando qualquer possibilidade de revelação de novos valores, que sempre foi carro chefe da agremiação.

O objetivo, evidente, é manter a Lusa como balcão de negócios de espertalhões.

Os agentes que cercam o futebol da Portuguesa possuem fama de enorme generosidade com cartolas que lhes abrem as portas.

Mas pouco se importam com a Lusa.

Os jogadores que surgem em Canindé são sobras, abaixo do medíocre, rejeitadas por clubes melhores colocados nas competições nacionais.

Não à toa a Portuguesa está na pior divisão do Brasileirão – quando consegue disputá-la, e quase foi rebaixada no Paulistinha.

Com dinheiro sendo depositado, indevidamente, na conta da vice-presidente, a Lusa sobrevive do passado, tem presente obscuro e o futuro esportivo destruído pela incompetência, ou talvez ganância, de mais um péssimo dirigente.

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