O Tri de Vitor Pereira e cartolas associados

O Tri-Vexame de Vitor Pereira, conquistado ontem após derrota, nas penalidades, para o Del Valle, do Equador, que custou a Recopa Sulamericana ao Flamengo, é presságio do que não deveria estar por vir.
Insucessos merecidos.
E não se trata de analisar o que houve no gramado, em que, ao menos contra os equatorianos, os rubronegros foram superiores – cumprindo obrigação diante da enorme distância de investimentos, mas de falar sobre o contexto geral.
O Flamengo é um clube gerido por um espertalhão quem no âmbito privado, aprontava com Eike Batista e se ajoelhou para dois governos de práticas distintas, sendo o último avaliador de personalidade.
No futebol, o comando é de um cartola que, historicamente, se dá bem à medida que atende aos anseios dos intermediários.
O treinador, apenas mediano, funciona como representante comercial de seu agente, o iraniano Kia Joorabchian.
Não há elenco que supere saber que, nos bastidores, a prática dos comandantes destoa, e muito, dos discursos apregoados.
Ainda que alguns estejam no meio dos rolos.
A imagem do Flamengo de Landim, em vez de vencedora, é a do clube que ajudou a assassinar garotos do Ninho do Urubu, avalizou um Governo tratado como Genocida e intensificou o balcão de negócios, limitando, em diversos sentidos, o crescimento da agremiação.
