Fundo do poço: Americanas intermedeia jogatina esportiva sediada em Curacao

Protagonista de golpe bilionário, que atingiu não apenas investidores da Bolsa e grandes credores, mas, principalmente, pequenos fornecedores, vários deles prestes a fechar as portas, a Americanas, no fundo do poço, decidiu ampliar a ausência de credibilidade.
No desespero de fazer caixa, a empresa passou a intermediar, através do aplicativo ‘AME’, utilizado pelo grupo como meio de pagamento de suas lojas, a jogatina esportiva, que, apesar de aprovada, segue desregulamentada no país.
Estas operações costumam ocorrer em paraísos fiscais, à margem da fiscalização brasileira.
Pagamento em dólar, no exterior.
O anuncio das Americanas, enviado aos celulares de quem, como este jornalista, está cadastrado no ‘AME’, oferece as apostas em parceria com a ‘BETSUL”, sediada em Curaçao.
De empresa robusta, destacada na Bolsa, para cambista de apostas.
Situação que não pode passar ao largo dos órgãos de investigação, sejam eles a CVM ou, como parece ser a necessidade, da Polícia Federal.

