A Copa América de Seleções deveria inspirar o torneio de clubes

Conmebol e Concacaf se uniram para retirar a Copa América de 2024 do Equador e levá-la aos Estados Unidos, local em que será disputada, como há tempos deveria, por todos os países das américas.
Do Sul, Central e do Norte.
No mesmo dia, decidiu-se que haverá um torneio de clubes em que os dois melhores da Libertadores enfrentarão os da CONCACAF.
Está errado.
A melhor solução, neste mundo globalizado em que vivemos, seria fundir a Libertadores com os demais campeonatos do continente, criando uma Copa de clubes em que o campeão seria, efetivamente, de todas as Américas.
Ideia, a bem da boa informação, defendida, desde sempre – era um de seus planos de governo de tivesse vencido as eleições do Corinthians -, pelo conselheiro alvinegro Roque Citadini.
Um campeonato destes, disputado durante todo o ano, assumiria, principalmente com protagonismo americano na organização, ares de Champions Legue, ainda que falte muito aos clubes daqui para alcançarem a excelência esportiva dos europeus.
Mas a disputa, nesses termos, poderia ser a porta de entrada para o dinheiro que traria consigo as demais evoluções, sejam elas esportivas ou estruturais, porque, por óbvio, boa parte dos estádios da América do Sul teriam que ser reformados se quisessem sediar jogos da disputa.
