O caráter de Jorge Kajuru

Jorge Kajuru, senador que se travestia de jornalista, dias após tatuar Álvaro Dias às costas, anunciou a saída do PODEMOS, partido do ‘homenageado’, e sua nova filiação, desta vez ao PSB.

Da direita para a esquerda, num piscar de olhos.

Justificou, com a cara de pau habitual, que o partido estava muito ‘bolsonarista’, além de elogiar Lula, a quem, no período em que dividia a mesa, e outras ‘particularidades’, com Bolsonaro, tratava como bandido.

A súbita ‘reavaliação’ se deu, espertamente, somente após esgotadas todas as possibilidades do ‘Mito’ permanecer no poder, seja pelo voto nas urnas ou pelo golpe estancado no recente dia 08.

Tomara o novo Governo não seja idiota de lhe conceder protagonismo.

O caráter de Kajuru é tão sólido quanto as convicções que o fizeram ir de um extremo a outro em Brasília ou apertar a mão do político a quem, durante anos, acusou de estuprar sua ex-esposa.

Marconi Perillo e Jorge Kajuru

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1 Comentário

  1. Quando criança, em meados dos anos 2000, eu admirava esse cidadão. Mas cada dia ele demonstra ser uma péssima pessoa.
    Quando ele era jornalista ele falava “se um dia eu virar político é para roubar o povo, não vote em mim”, falou centenas de vezes. Me espanta as pessoas votarem nele.

    E essa questão da ex-esposa, realmente, que doidera.

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