‘Punição’ ao Coritiba deveria ser adotada permanentemente

No último final de semana, por determinação aplicada pelo TJD-PR, o Coritiba, que jogaria com portões fechados, foi autorizado a receber somente mulheres e crianças em suas numeradas.
O espetáculo foi maravilhoso.
8.871 pessoas pagaram a entrada com alimentos não perecíveis e vibraram com a vitória do Coxa, por um a zero, contra o Aruko.
Ninguém sentiu saudades das ‘organizadas’.
Uma experiência que deveria nortear as decisões dos cartolas brasileiros daqui por diante.
Vender ingressos para todos os torcedores, sem privilegiar lordes ou baderneiros, misturando-os entre si, inibindo o comportamento agressivo dos que são valentes em bando, reservando o espaço, antes destinado aos ‘profissionais’ da arquibancada, apenas à faixa de público que encantou a todos no jogo do Coritiba.
