CBF ou STJD: quem é mais indecente?

Os ilibados membros do STJD estão no Qatar, hospedados luxuosamente, com comes, bebes e outras despesas, além das passagens aéreas financiadas pela CBF.

Difícil saber quem é mais indecente.

O que aceita benesses de quem irá ajudar ou prejudicar em julgamentos futuros ou quem, por óbvio, parece cooptá-los?

Talvez não existam vencedores nesse ‘quesito’.

À coluna ‘Panorama Esportivo’, de O GLOBO, a Casa Bandida, com a cara de pau habitual, justificou-se dizendo ser obrigação prevista no art. 50 da Lei Pelé o custeamento das despesas do Tribunal pelos caixas da entidade.

Trata-se de ‘esperta’ interpretação que iguala aluguéis e contas de luz institucionais com benesses pessoais.

O STJD, talvez por conta do fuso do Oriente Médio, sequer respondeu.

A ‘nova CBF’, como se autoproclama, trata-se de manter o futebol brasileiro nas mãos de gente moralmente assemelhada aos presidentes anteriores, porém, agora, de grupo político, por enquanto, oposto.

Os membros do STJD são o que sempre foram: escolhidos a dedo entre aqueles que não possuíam capacidade para voos maiores na carreira jurídica, mas grande flexibilidade moral para esse tipo de comportamento.

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