Pelo julgamento público de Robinho

O Governo Brasileiro, desta vez cumprindo a Constituição, negou-se a extraditar o estuprador Robinho para a Itália, local em que foi condenado a nove anos de prisão.

A Justiça, agora, tem dois caminhos.

Aceitar a sentença italiana e ordenar o imediato cumprimento da pena ou realizar novo julgamento, que, provavelmente, duraria, com os devidos recursos, mais uma década.

Embora, a princípio, não pareça, a melhor opção seria a segunda, desde que a imprensa pudesse transmitir, ao vivo, os trabalhos da Corte.

Robinho, que além de estuprador é golpista, passaria por novo período de humilhação para, com quarenta e poucos anos de idade, conhecer as sombrias instalações do Presídio de Tremembé.

Não haveria, portanto, impunidade.

O que não será aceitável, sob hipótese alguma, é a rejeição do caso.

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