Com demissões, Jovem Pan manobra para enganar a Justiça e reduzir as despesas

Um dia após a derrota de Bolsonaro para o mais popular líder político da história do Brasil, a quem era orientada a atacar, a Jovem Pan não perdeu tempo e começou a liberar carga ao mar.
A demissão em massa de gente que se prestou a mentir à população tem dois objetivos claros.
O mais grave deles: enganar TSE e STF.
Dentre as maiores fontes de renda da Pan, além da propaganda governamental e de patrocínio de empresas ligadas Governo, está a remuneração oriunda das mídias sociais, sendo a principal delas os repasses do Google pelos milhões de acessos ao YouTube.
Há grande risco, como ocorrido com outros portais de fake-news, que a emissora, de uma hora para outra, seja desmonetizada.
Se isso ocorrer, o barco, imediatamente, afundaria.
Emissora de TV não se sustentaria e a rádio estaria envolta em grande prejuízo.
Especula-se também que, além do exposto, salários acima dos praticados pelo mercado determinaram a escolha de alguns demitidos.
A fonte da generosidade, desde domingo, secou.
Prevendo o caos, em absoluto desespero, a Jovem Pan se desfez do que podia, reduziu despesas e reza para que os Tribunais sejam ludibriados pela manobra.

