A vergonhas do Corinthians sob testemunho do Presidente da FIFA

O Corinthians passou vergonha no estádio de Itaquera e não estamos falando no jogo defensivo, apesar de disputado em casa, única alternativa de não perder a primeira batalha da final da Copa do Brasil diante de um Flamengo muito superior.

Tratamos sobre as quedas de energia, ocorrida ao final da primeira etapa – em menor escala, e no segundo tempo, que obrigou a arbitragem a paralisar o espetáculo por alguns minutos.

O presidente Duílio disse que o problema era externo.

Não é verdade.

Tanto que restabelecido num prazo impossível de ser atendido se fosse responsabilidade da ENEL.

O estádio de Itaquera, há tempos, não vem recebendo a manutenção adequada, apesar da enorme arrecadação gerada pelas partidas disputadas, que, desde 2019, é embolsada pelo clube a despeito da necessidade de quitar as parcelas da construção.

Em algum momento, problemas visíveis pelos frequentadores, como rachaduras nas vigas, infiltrações hidráulicas ou, como ontem, de origem elétrica, iriam se agravar e expor o clube ao vexame.

Para azar do Corinthians, ocorreu numa final de campeonato, certamente com enorme audiência da Rede Globo, sob o testemunho do Presidente da FIFA.

Na sequência, a entrevista de Duílio culpando a arbitragem pela ausência, correta, da marcação de penalidade contra o adversário, foi o ato final de vergonha pela qual os corinthianos sensatos não mereciam passar.

Discurso que atende ao fanatismo, desprovido de verdade, indigno da grandeza esperada de quem exerce a Presidencia do Corinthians.

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