A façanha de Felipão

No epílogo de uma carreira vitoriosa, Luiz Felipe Scolari, o Felipão, conseguiu novamente: o Athlético/PR, que não era listado entre os favoritos do torneio, eliminou o milionário Palmeiras e está na final da Libertadores da América.

Vitória de um a zero, em casa, e heróico empate em dois a dois, após sair atrás em dois a zero, na Arena palestrina.

Trata-se de uma façanha notável, seja qual for o resultado da decisão, provavelmente contra o Flamengo, que faz hoje o jogo de volta contra o Velez, a quem impôs quatro a zero na primeira partida.

Felipão, quatro vezes finalista da Libertadores, por três equipes distintas, é o último campeão mundial de Seleções pelo Brasil, fruto de espetacular campanha em 2002.

Não há tropeço – e todos sabem do que falamos – que supere tamanha competência.

O Flamengo é o melhor time das Américas, mas, para quem chegou no lugar em que quase ninguém imaginaria que estivesse, não se pode duvidar de que Felipão possa tornar a aprontar, desta vez no Equador.

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