União dos Atletas de Futebol das Séries A, B, C e D protestam contra Lei Geral do Esporte

Recentemente, o Corinthians, em Nota Oficial, mentiu ao, em apoio às alterações promovidas no texto da Lei Geral do Esporte, dizer que não haveria perdas trabalhistas ao jogadores de futebol.
O clube batalha para dividir os salários dos atletas entre ‘direitos de imagem’ e CLT.
Somente na segunda opção, os jogadores preservam suas conquistas.
Na dos contratos de ‘imagem’, lucram intermediários e a própria cartolagem.
Ontem, a União dos Atletas de Futebol das Séries A, B, C e D publicou manifesto criticando a nova legislação:
“O artigo 84 acaba com a natureza salarial das premiações e luvas: menos verbas trabalhistas”
“O Art. 85, §5º e §6º praticamente extingue a cláusula compensatória (multa rescisória) a nosso favor: podemos ser mandados embora sem nada receber”
“O Art 96, VII, §3º, cita que a nossa hora noturna será só a partir das 23:59, enquanto a de qualquer trabalhador é a partir das 22:00: nossa noite é diferente?”
“O Art. 164, § 2º possibilita o aumento da verba paga como Direito de Imagem: menos verbas trabalhistas”
As reivindicações são justas, porém, no campo das palavras, quem joga melhor são os políticos.
Os jogadores, em caso de confirmação das modificações, precisam agir efetivamente, paralisando campeonatos até que se restabeleça a coerência jurídica.
