O milagre de Casares

Administrado à base de empréstimos para quitar empréstimos, ou seja, rolando ‘bola de neve’, o São Paulo segue mantendo calote nos péssimos negócios realizados pelo departamento de futebol.

Para sobreviver ao caos, diante do mal avaliado nome na praça, o Tricolor tem recorrido ao socorro de agentes de jogadores, em transações obscuras que, por óbvio, tendem a ser geradoras de mais prejuízos.

Dinheiro tomado a juros extorsivos com a obrigação de ‘toma-lá-dá-cá’ de jogadores inexpressivos.

Sobre o calote em jogadores, sem contar juros, correções e custas de prováveis condenações judiciais, o campeão de grana a receber é Daniel Alves, com pouco mais de 23 milhões (até dezembro de 2021).

Mas tem ainda Richarlysson, com R$ 10 milhões, Hernanes, com R$ 3 milhões, Jucilei, com R$ 5 milhões, etc.

Enquanto o clube se endivida, é estranho como o presidente Casares, amigo fake de Roberto Carlos, consegue se virar bem nas finanças pessoais.

Largou emprego em que embolsava dez vezes mais do que recebe no São Paulo e, aparentemente, não diminuiu o padrão financeiro.

Verdadeiro milagre.

Pena que a graça divina seja apenas pessoal e não extensiva à administração dos recursos do Tricolor.

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