A canalhice da diretoria do Corinthians

Ontem, os principais jogadores do Corinthians foram hostilizados, quando não ameaçados – caso do goleiro Cássio, por bandidos que frequentam mídias sociais e também as sedes de facções ‘organizadas’.
A diretoria do clube, de maneira hipócrita, repudiou as agressões.
Horas antes, porém, permitiu que os atletas fossem, como de hábito, admoestados pela bandidagem no CT de Itaquera.
O ‘modus-operandis’ repete-se sempre que o Corinthians vai mal no futebol.
Torcedores embolsam para poupar diretoria e comissão técnica – quando ambos, comercialmente, estão alinhados – e massacrar jogadores, criando a narrativa de que seriam os únicos culpados pelos vexames.
A ação serve para desviar o foco dos ‘espertalhões’ (cartolas e treinador) e facilitar a saída de alguns atletas, abrindo vaga para a reposição (novas contratações), em agrado evidente aos intermediários de plantão.
Comportamento canalha de uma diretoria em que a maioria dos representantes, principalmente o Presidente, não consegue dizer do que sobrevive, e dos ‘torcedores’, notórios mercadores de protestos e outras maldades, conforme comprovado em recente exposição de áudio em que o vice da facção recebeu dinheiro do diretor informal do Timão para silenciar algumas cobranças.
