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A emocionante despedida de Betão

Culto, humilde, honesto, muitos são os adjetivos que poderiam definir o agora ex-jogador Betão (38 anos) em sua passagem pelo futebol.

Raridade num meio infestado pela ignorância, prepotência e desonestidade.

Ebert Willian Amâncio, filho do investigador de policia Eric, encerrou a carreira no último dia 19, no empate em zero a zero entre Avaí e Brusque, pelo Campeonato catarinense.

Oriundo das categorias de base do Corinthians, defendeu o clube de Parque São Jorge, profissionalmente, entre 2001 e 2007, clube pelo qual conquistou o Rio-São Paulo e a Copa do Brasil de 2002, além do Paulista 2003 e o Brasileirão de 2005, quando se tornou o melhor amigo de Carlitos Tevez.

Em 2007, foi dos poucos que se salvaram na triste campanha do rebaixamento.

No ano seguinte, em 2008, foi transferido ao Santos, para, na sequência, partir para a Ucrânia.

Pelo Dínamo de Kiev jogou até 2015 (com empréstimo para o Evian (França) e Ponte Preta, ambos em 2013), vencendo dois campeonatos ucranianos (2008/2009 e 2014/2015), uma Copa da Ucrânia (2014/2015) e duas supercopas (2009/2010 e 2011/2012).

Betão chegou ao Avaí em 2016.

Venceu os campeonatos catarinense de 2019 e 2021.

Sua despedida foi discreta, porém emocionante, registrada pelas câmeras dos celulares de torcedores que, em meio ao choro do atleta, cantavam “Valeu Betão”.

O ex-zagueiro deixou os campos, mas não o esporte.

Nos próximos meses definirá se atuará nos bastidores dos clubes, porque estudou gestão desportiva, ou se iniciará carreira de comentarista.

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