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Blog do Paulinho

Coluna do Fiori

FUTEBOL: POLÍTICA, ARBITRAGEM E VERDADE

Fiori é ex-árbitro da Federação Paulista de Futebol, investigador de Polícia e autor do Livro “A República do Apito” onde relata a verdade sobre os bastidores do futebol paulista e nacional.

http://www.navegareditora.com.brEmail:caminhodasideias@superig.com.br

apito limpo

“Vivemos em uma sociedade canalha, em que a sinceridade e a verdade são execradas enquanto a ‘postura’ (hipocrisia) é considerada elegante. Lastimável!”

Adágio de: Adriana Cristina Razia

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Dia 08/03/2022 serão completados 26 meses da nula administração do juris171consulto para o agrupamento SAFESP

Desde a época da 1ª convocação para eleição 2019, baseada no regimento eleitoral 2003, na verdade deveria ser avocado o regimento 2004 (na época, via fone: Arthur Alves Junior afirmou desconhecer) que prevaleceu após decisão judicial, resultando na 2ª convocação, inscrição de chapas e campanha; findando com pleito eleitoral realizado no dia 18/12/2019.

Relembrando

No dia da votação, sob as vistas dos três membros da comissão fiscalizadora, eleitores da chapa liderada pelo juri171consulto, depois de colocar o voto na urna, como compensação receberam presente.

Na

Época este espaço publicou filmagem do acontecido

Não

Esqueçam-se das aguçadas denúncias proferidas do atual presidente, sua vice e diretores durante a campanha eleitoral sobre os desmandos administrativo/financeiro cometidos nas duas gestões Arthur Alves Junior, comprometendo-se que fariam varredura total seguida de explicação detalhada no site da entidade; até o presente, salvo aquele papo amistoso do juris171consulto com Arthur em um evento da ANAF; nada aconteceu.

Resumindo

FIFAS e maioria dos federados se omitem temendo contrariar o presidente da FPF, idem quanto a “cortesíssima” presidente da CA e consortes.

Confesso

Ser difícil o soerguimento do SAFESP. Mesmo assim não consigo absolver o enorme desprezo dos inscritos no quadro FPF para com a entidade criada com muita dedicação, trabalho e colaboração de muitas pessoas; dentre estas: o falecido jornalista Ari Silva, idealizador e primeiro presidente da ACEESP – Associação dos Cronistas Esportivos do Estado de São Paulo, vereador, deputado estadual e fundador Jornal Gazeta da Zona Norte ocorrido no dia 03 de Fevereiro de 1963.

Só para clarear

Ari Silva foi amigo do José Astolphi, primeiro presidente do SAFESP que acudiu muitos árbitros e por muitos é esquecido.

Findando

Por não estar encontrando guarida na proposta para que haja união e reerguimento do SAFESP, estou ensaiando jogar a toalha.

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9ª Rodada da Série A do Paulistão 2022

Sábado 26/02

Domingo 27/02

Corinthians 1 x 0 Red Bull Bragantino

Árbitro: Thiago Luis Scarascati

VAR

Péricles Bassols Pegado Cortez

Item Técnico

No transcurso da refrega não ocorreram lances transgressivos as leis do jogo dentro das áreas de defesa

Item Disciplinar

Cartão Amarelo: 01 para corintianos e 02 para bragantinos, incluso o técnico Mauricio Nogueira Barbieri

Observação

Deveria ter advertido com cartão amarelo o corintiano João Vitor por lhe ter contestado com gestos e palavras, à falta que houvera cometido, prontamente sinalizada.

Santos 2 x 2 Novorizontino

Árbitro: Flavio Rodrigues de Souza (FIFA)

VAR

José Claudio Rocha Filho

Item Técnico

Sem problemas

Item Disciplinar

Cartão Amarelo: 01 para santista e 02 para novorizontinos

Segunda Feira 28/02

Água Santa 1 x 2 São Paulo

Árbitro: Luiz Flavio de Oliveira (FIFA)

VAR

Marcio Henrique de Gois

Item Técnico

Meu elogio por ter acertado na sinalização da penalidade máxima cometida por Alex Silva defensor da equipe Água Santo no instante que puxou a camisa do oponente Luan, confesso que no ato fiquei surpreso;

Vez que

De imediato a imagem da TV foca lance antecedente em que um defensor da equipe mandante sobe com o braço esticado sem tocar na bola,

Justamente

Neste momento, Luiz Flavio de Oliveira de olho bem atento, pegou o puxão de camisa e apontou a marca da cal;

Penalidade

Cobrada por Reinaldo convertida no primeiro gol tricolor.

Item Disciplinar

Cartão Amarelo: 03 para defensores do Gigante de Diadema e 04 para defensores do Tricolor Paulista


Coluna em vídeo adiada

Por razões técnicas, a versão em vídeo da Coluna não pode ser gravada.

Semana que vem estaremos de volta.

Desde já pedimos desculpas pelo transtorno.


Política

Segurança pública não é violência

Ao lado de casos de sucesso na segurança pública, como são as câmeras nos uniformes policiais, observam-se ações políticas que fomentam a violência e a baderna

Aspecto fundamental da vida em sociedade, a segurança pública afeta todas as pessoas e empresas. Ninguém está imune à desordem, à violência, ao crime e à sensação de insegurança. Tal constatação deveria conduzir a um consenso mínimo sobre políticas públicas para a área, identificando prioridades e os meios disponíveis para realizá-las. No entanto, observam-se ideias e ações políticas diametralmente opostas que, mais do que diferenças ideológicas, revelam uma grande confusão sobre a própria concepção de segurança pública. Há gente se aproveitando do tema para a mais vil politicagem.

Constatam-se, de um lado, avanços significativos na área de segurança pública, como são os bons resultados advindos do uso de câmeras em uniformes das polícias. Cada vez mais governos estaduais e municipais adotam a tecnologia. Segundo levantamento do Estadão, além de São Paulo, Santa Catarina e Rondônia – que já usam as câmeras de forma permanente –, nove Estados têm feito testes com os equipamentos. Guardas municipais também têm usado a tecnologia.

Trata-se de investimento público que melhora a segurança da população. As câmeras corporais filmam a atividade policial, monitorando a legalidade das condutas e colhendo provas. Como era previsível, o uso da tecnologia diminuiu drasticamente a taxa de letalidade policial. O equipamento também propicia uma melhor coordenação da atividade policial, ao fornecer a localização precisa dos agentes e das ocorrências.

O uso de câmeras corporais é um poderoso caso de sucesso de política pública na área da segurança. Vale lembrar que a transparência também beneficia diretamente o bom trabalho dos policiais. Com o registro das evidências, as ações policiais em defesa da lei podem ser facilmente justificadas. Diante da incontestável eficiência da tecnologia, o Colégio Nacional de Secretários de Segurança Pública (Consesp) está elaborando uma diretriz sobre as câmeras corporais, para orientar e fomentar sua adoção em todo o território nacional.

Ao lado dessas experiências positivas, verificam-se também ações políticas que, sob o pretexto de aumentar a segurança pública, trazem na verdade riscos para a população. Nessa rota de retrocesso e violência, o bolsonarismo tem notório protagonismo.

Se as câmeras corporais são uma excelente notícia para o País, é simplesmente estarrecedor constatar o crescimento do número de registros de armas. Em 2021, a Polícia Federal licenciou mais de 204 mil artefatos para a população civil, segundo informou o jornal O Globo. Em 2020, foram 177 mil licenciamentos e em 2019, 94 mil. Em 2018, último ano do governo de Michel Temer, a Polícia Federal havia licenciado 51 mil peças. Os números não incluem as armas utilizadas por caçadores, atiradores e colecionadores (CACs), controladas pelo Exército.

O progressivo armamento da população civil, que contraria a Constituição e o Estatuto do Desarmamento, revela o quão nefasta é a permissividade do governo de Jair Bolsonaro, que reduziu o controle e as restrições relativas às armas de fogo. Recentemente, contrariado com uma notícia que mostrava como armas obtidas por meio da licença para CACs abasteciam o crime organizado, Bolsonaro reafirmou sua enorme confusão e ignorância sobre o tema. “Estamos no caminho certo. Cidadão legalmente armado (no campo ou cidade) além de segurança para si e sua família, é a certeza que nunca será escravizado por nenhum ditador de plantão”, escreveu no Twitter.

Não há segurança pública se o cidadão precisa se armar. Cabe ao poder público prover a segurança de todos. Um presidente da República que, sob o pretexto de proteger o cidadão, libera o uso de armas está admitindo sua mais cabal incompetência em realizar um serviço que compete ao Estado prestar.

Além disso, como nos tempos de mau militar, Jair Bolsonaro segue atiçando paralisações e motins das forças de segurança estaduais. Isso é grave baderna ilegal e irresponsável. Segurança pública é proteção do cidadão, dentro da lei. Não é violência, é cidadania.

Editorial do Estadão publicado no dia 02/03/2022

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Finalizando

A polícia é segurança pública, porém segurança pública não é só a polícia.

Matheus Peixoto Philippi: Pensador

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Chega de Corruptos e Corruptores

Se liga São Paulo

Acorda Brasil

SP- 05/03/2022

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