Dilma Rousseff desmente ‘fake-news’ de ‘gabinete do ódio’ nas eleições da ABI

Nas últimas semanas, a jornalista Cristina Serra, candidata a Presidente da ABI, tem enfrentado dura campanha de desinformação na entidade.

Não faltam fake-news e demonstrações explícitas de misoginia.

A mentira mais recorrente, porém, foi desmascarada.

Notório pilantra, gestor de verdadeiro ‘gabinete do ódio’ a desserviço das eleições da ABI, espalhou trecho de vídeo em que, num programa da Rede Globo, Cristina tratava como ilegal a manutenção dos direitos políticos da ex-presidente Dilma Rousseff, após sacramentado seu impeachment.

De fato, era.

Não se tratava de torcer, mas da obrigação jornalística de não distorcer.

O pilantra, então, construiu a narrativa de que Serra era favorável ao golpe que destituiu a presidente.

Ontem, a verdade foi restabelecida.

A própria Dilma Rousseff postou em seu twitter:

“A jornalista Cristina Serra sempre teve um comportamento correto e profissional em relação a mim e a meu Governo.”

“Não são verdadeiras as ilações sobre qualquer posicionamento dela a favor do golpe que sofri”.

“É uma defensora da democracia”

A lorota, agora desmascarada, era tão gritante – verdadeira auller de como não se deve comportar no exercício do jornalismo, que bastaria observar que a candidata a vice Presidente, Helena Chagas, foi ministra-chefe da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República do Brasil durante o governo Dilma Rousseff.

Além disso, notórios membros da cúpula do PT gravaram vídeos de apoio à Cristina Serra, entre os quais Fernando Morais e Flanklin Martins.

Retirada do limbo da covardia, politicagem e desimportância ao qual foi jogada nos últimos anos, a ABI, novamente protagonista, merece uma disputa política de bom nível, alicerçada em propostas para a categoria.

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