Memórias de um magistrado corinthiano

Miguel Marques e Silva, notório cartola do Corinthians, aproveitou a virada de ano para publicar, em rede social, comprovações documentais que, em tese, deveriam constrangê-lo.
Abaixo um dos exemplos: relação de integrantes de uma delegação do futebol ‘master’ alvinegro.
Nela, dois desembargadores (Miguel entre eles) são listados junto ao notório contraventor Jaça (Jacinto) e seu ajudante Wagninho.

O destaque em matéria de jornal, citando as personalidades, também foi relembrado:

À época, o Timão era administrado por Alberto Dualib.
Mas a prática seguiu a mesma no período Andres Sanches, quando Miguel, antes fervoroso apoiador do ex-parlamentar, foi empossado Vice-Presidente e conviveu, em harmonia, com gente que, até os dias atuais, infelicita o Parque São Jorge.
Somente após alguns meses, o desembargador, por razões controversas, pediu para sair, mas seguiu (no ambiente do clube) tabelando com os suposto ‘adversários’, pelo menos no entendimento que tivemos (salvo engano) do Código de Conduta imposto aos magistrados pelo CNJ.

