Contas da Crefisa foram auditadas por empresa de cartola acusado de maquiar balanço do Corinthians

Anos atrás, o então diretor de finanças do Corinthians, Emerson Piovesan, em reunião do Conselho Deliberativo, acusou seu antecessor, Raul Corrêa da Silva, dono da BDO/RCS, de maquiar os balanços alvinegros.

Nunca foi processado.

Corrêa, apesar das notórias pretensões ao cargo máximo do clube, possui ligações comerciais com o principal rival, o Palmeiras, a ponto de comprar na Arena Palestra camarote luxuoso que, até então, não havia adquirido em Itaquera.

As boas relações palestrinas seguem fortes e, há pouco mais de três meses, a BDO/RCS de Raul, apesar da fama descrita, assinou a auditoria do banco Crefisa, que mantém como Presidente Leila Pereira, a nova mandatária alviverde.

Se o auditor da empresa que, em tese, deveria manter algum distanciamento da averiguada, mantem relação comercial (camarote) com o clube gerido pela contratante, não seria a patrocinadora sentar em mesa de reunião com ela própria, na condição de parte oposta, que deixaria os palmeirenses – anuentes após a eleição de madame, com sentimento de aflição.

A ver que empresa será escolhida para avaliar as contas do Palmeiras na gestão Leila Pereira.

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