Os escrotos da CBF

Ontem (20), após pressão política, midiática e popular, a Comissão de Ética da CBF, quase uma ‘piada pronta’ em atividade, voltou atrás na decisão de considerar os repulsivos atos de assédio sexual e moral do presidente afastado como se fossem apenas ‘condutas inapropriadas’.
Nunca houve, porém, análise de corrupção, mesmo tendo o mandatário herdado diretores e vices-presidentes do antecessor.
Por falar nele, que segue poderoso na entidade, relatos não faltam de comportamentos semelhantes aos, somente agora, repugnados pelos ‘éticos’ da Casa Bandida.
Faltou apenas alguém com disposição para denunciar.
Vítimas, por vezes, se amedrontam; noutras, acabam aceitando as compensações do silêncio.
Em todos os episódios, a cúpula diretiva da CBF, bem informada, se calou, cúmplices profissionais que são de tantos anos de delitos e imoralidades.
