Nova prorrogação de ação da CAIXA contra o Corinthians expõe inverdades do presidente alvinegro

No ultimo dia 23, a Justiça Federal concedeu novo adiamento do processo movido pela CAIXA contra o Corinthians para que as partes possam entrar em acordo.
60 dias é o novo prazo, que já foi concedido algumas vezes.
O banco pede a quitação do contrato, à vista, pelo valor de R$ 536 milhões (R$ 794,3 milhões, corrigidos desde o início do processo), por descumprimento de diversas clausulas, entre as quais, a inadimplência.
Em desespero, o Corinthians tenta alongar o prazo de pagamento, diminuindo o valor da parcelas.
Porém, diversos entraves dificultam o encerramento das negociações.
A CAIXA quer alongar o valor corrigido, enquanto o clube briga pelo desconto no principal.
Outro problema é que o banco não está aceitando as garantias propostas pelo Corinthians, já que seus imóveis, todos, estão penhorados.
Além disso, o Timão tenta retirar o Arena Fundo da condição de repassador do dinheiro arrecadado pelo estádio, que, obrigatoriamente, em 100%, tem que ser destinado à quitação das parcelas do empréstimo.
O banco não concorda.
Vale lembrar que o Corinthians, antes de enviar qualquer quantia à CAIXA, terá, no atual momento, que quitar pendência com o próprio Fundo, que já se aproxima de R$ 50 milhões.
Em meio ao impasse, os fatos acabaram por desmentir inverdades do presidente do Timão, Duílio ‘do Bingo’ Monteiro Alves.
A primeira, contada antes das eleições de 2020, de que o acordo estava fechado; depois, as afirmações de que o Corinthians estaria honrando com as parcelas da CAIXA, e, por fim, de que a primeira parcela dos naming-rights, que, obrigatoriamente, teria que ser repassada ao Fundo (que é parte do contrato), foi destinada, diretamente, ao banco.
Enquanto o processo não se definir, a CAIXA somente aceitaria receber a dívida do Timão nos termos propostos na ação, ou seja, à vista.
Todo o restante é narrativa para enganar torcedores, conselheiros e demais iludidos.
Discurso que não se sustenta ao primeiro pedido de comprovante de pagamento, nunca, em momento, algum, exposto, seja internamente ou à imprensa, pelos espertos cartolas do Corinthians.
