CPI do Genocídio investigará cooptação da Jovem Pan pelo governo Bolsonaro

A CPI do Genocídio tem prevista, nos próximos dias, a votação da quebra de sigilos diversos da Jovem Pan, sob suposta acusação de receber dinheiro para divulgar fake-news orientadas pelo Governo.

Há tempos a emissora parece ter trocado a credibilidade pela ‘sustentabilidade’, a qualquer custo, inclusive de vidas de brasileiros.

Para que se possa mensurar o esgoto em que a Pan se meteu, basta passar os olhos pelos ‘companheiros’ listados pela CPI que, juntos com ela, após aceitação de requerimento, provavelmente terão as vidas devassadas:

  • Raul Nascimento dos Santos, do site Conexão Política;
  • a empresa Eretz Galil Tecnologias Educacionais (Paulo de Oliveira Eneas), do site Crítica Nacional;
  • a produtora Brasil Paralelo;
  • a produtora Farol Produções Artísticas, do site Senso Incomum;
  • Tarsis de Souza Gomes, do site Renova Mídia;
  • José Pinheiro Tolentino, do site Jornal da Cidade Online.
  • Site República de Curitiba

Triste fim para quem se prestou ao papel de Goebbels mais relevante de um regime que não se acanha em flertar, explicitamente, com o nazismo


Atualização: na abertura dos trabalhos da CPI, o senador Renan Calheiros retirou a proposição de quebra de sigilo da Jovem Pan.

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1 Comentário

  1. Muito interessante…. Qual é o objetivo da CPI mesmo??? Não é investigar falhas e omissões do governo federal frente a pandemia? Pois bem a pandemia oficialmente foi declarada pela OMS em março de 2020 então poderiam explicar por que os ilibados senadores Humberto Costa e Renan Calheiros pediram a quebra de sigilos bancários da rádio Joven Pan para os anos de 2018 e 2019???

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