Por que Corinthians e São Paulo não querem aderir ao ‘clube-empresa’?

No início da semana, o Senado Federal aprovou a Lei que permitirá a transformação de clubes em empresas, garantindo possibilidades diversas de lucratividade mediante gestão profissional.

Anteontem, 46 agremiações assinaram manifesto em favor da aprovação do texto.

Dois grandes da Capital Paulista não estavam entre eles: Corinthians e São Paulo.

É grande a rejeição nesse clubes quando o assunto é evoluir do atual sistema, que remete às capitanias hereditárias, para a formação de corpo diretivo profissional, sujeito a avaliações constantes de desempenho.

Do jeito que está, os cartolas roubam, compram votos e conseguem manter o poder.

Com a mudança, gente como Sanches e Leco, para exemplificar Corinthians e São Paulo, dificilmente teriam chegado ao poder, e, ainda que fossem empossados, não resistiriam à primeira reunião de prestação de contas.

Somente quem precisa dos clubes para sobreviver é contrário à ideia de uma gestão profissional, frequentemente auditada, cobrada e obrigada a gerar lucro, trabalhando em favor do futebol.

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