O silêncio diz muito sobre Renato Gaúcho

Grêmio demite Renato Gaúcho após eliminação precoce na Libertadores | Jovem  Pan

Nos últimos dias, o nome de Renato Gaúcho vem sendo citado como possível agrado da CBF ao Governo Brasileiro, em substituição ao treinador Tite, inimigo da vez do bolsonarismo.

Em regra falante, o ex-técnico do Grêmio permanece calado.

O silêncio diz muito sobre Renato.

Qualquer cidadão decente, principalmente pelo ‘pano de fundo’ que envolve a fritura de Tite, teria, no mínimo, ligado ao colega de profissão para solidarizar-se.

O correto seria, publicamente, recusar o cargo.

Porém, à espreita, Gaúcho comemora o caos esperando ser chamado para as tarefas dos sonhos – os dele: treinar a Seleção Brasileira e obedecer as ordens do ‘Mito’ que venera.

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2 Comentários

  1. Não entendo o porquê de associar o Bolsonaro à CBF, seria o mesmo que dizer que o Tite é o treinador por ordem do Lula (aliás, Tite que convoca jogadores obscuros por razões incompreensíveis para muitos).

  2. Cachorro esperto nunca morde a mão de quem lhe alimenta. Se Tite quiser ser treinador na próxima Copa terá de tocar o pianinho da CBF, ou seja, disputar a Copa América convocando jogadores que queiram jogar o torneio, se possível vencê-lo e vetar os rebeldes nas próximas convocações. Se optar por ficar ao lado dos jogadores nessa briga interna da CBF, internacionalmente alimentada pela Globo, será demitido, afinal rei morto, rei posto, outro treinador vai assumir o cargo e ele vai assistir a Copa em casa, simples assim.

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