MP-SP sucumbe à pressão da FPF e adere ao genocídio

Durou pouco o bom senso do Ministério Público que, até ontem, mantinha parecer pela proibição dos jogos de futebol em São Paulo.
A pressão da FPF, que mantém desembargadores, juízes e promotores entre seus próximos, surtiu efeito.
Ao que parece, o procurador-geral de Justiça, Mario Sarrubbo, entre o futuro da carreira e a vida da população, preferiu salvar a própria pele.
Ontem, novamente, mais de quatro mil pessoas morreram por COVID-19 no Brasil.
Apesar disso, a lista de cúmplices do genocídio só faz aumentar.
A decisão agora do retorno ou não do paulistinha está nas mãos do Governador de São Paulo.
