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Fluminense não aprendeu com vexame do Palmeiras

Mario Bittencourt

Aparentemente sem tarefas importantes no presente, o presidente do Fluminense, Mario Bittencourt, decidiu abraçar conhecida ‘cortina de fumaça’ do passado, talvez, para desviar a atenção de sua péssima e, em alguns casos, suspeita gestão.

Voltou à tona a ridícula pretensão de transformar o título da Copa Rio de 1952 em Mundial reconhecido pela FIFA.

Bittencourt parece mais preocupado com a própria imagem do que em ridicularizar o clube.

Nem mesmo o vexame do Palmeiras, que chegou até a introduzir uma estrela vermelha na camisa em alusão à inexistente conquista (de 1951) parece ter servido de exemplo ao cartolas tricolores.

Talvez porque os que sofrem com o ‘sarro’ adversário são os torcedores, atribuição que nem sempre pode ser relacionada aos cartolas.

Cúmplice, para não perder o voto dos Tricolores, o presidente da CBF, Rogério Caboclo, levou o pedido do clube à FIFA, oficializando o constrangimento.

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