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Principal ‘parceira’ do Corinthians perdeu quase 20% de valor em apenas um ano

Junior (Hypera Pharma)

Desde março de 2020, a complicada Hypera Farma, que se chamava ‘Hypermarcas’, mas devido a participação em esquemas de corrupção  – que levaram seu proprietário a confessar crimes e aceitar cumprir pena de prisão domiciliar – precisou mudar de razão social, perdeu 20% em valor de mercado.

Suas ações, em 04 de março de 2020, valiam R$ 40,42.

Ontem, fecharam em R$ 33.

Talvez seja essa a razão pela qual, desde setembro do ano anterior, ou seja, há cinco meses, apesar de nomear o estádio do Corinthians, não se tem notícia, nem comprovação, de que tenha quitado sequer o primeiro boleto.

É ainda mais estranho, nesse contexto, que a Hypera, em momento de retração da empresa, tenha aceitado investir não apenas na Arena de Itaquera, mas também no uniforme do Timão.

Vale lembrar, os envolvidos, diretamente, no fechamento destes negócios são, pela empresa, o famoso ‘Junior’ – o que está preso, e gestor de marketing do Corinthians, José Cologrossi Neto, uma espécie de funcionário informal de Ronaldo ‘Fenômeno’, que mantém sociedades diversas com o ex-presidente alvinegro Andres Sanches.

Além da Hypera, a troca da marca de cerveja que patrocina o clube foi arquitetada e comissionada, oficialmente, ao bolso dos referidos.

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