Landim segue empurrando o Flamengo à latrina da história

Mais de 215 mil mortes depois, o presidente do Flamengo, Rodolfo Landim, segue rebaixando o clube para servir de palanque ao genocida que destrói o Brasil.
Ontem (22), o pilantra posou ao lado dos cartolas, um dia após a vitória contra o Palmeiras.
Pior: o mandatário rubro-negro obrigou os jogadores, sem máscara, a participarem da bajulação.
Landim, que dá de ombros para os familiares dos garotos mortos do Ninho do Urubu, repete o gesto com os demais parentes das vítimas de COVID-19.
A história há de cobrá-lo.
O pior disso tudo é que o Flamengo ficará marcado, assim como ocorreu com os clubes que deram guarida ao regime nazista, como agremiação que, nesses tempos sombrios, acolheu o carrasco responsável por dizimar, inclusive, boa parte de seus torcedores.

