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Coluna do Fiori

FUTEBOL: POLÍTICA, ARBITRAGEM E VERDADE

Fiori é ex-árbitro da Federação Paulista de Futebol, investigador de Polícia e autor do Livro “A República do Apito” onde relata a verdade sobre os bastidores do futebol paulista e nacional.

http://www.navegareditora.com.br Email: caminhodasideias@superig.com.br

apito limpo

Ninguém nasce odiando outra pessoa pela cor de sua pele, por sua origem ou ainda por sua religião. Para odiar, as pessoas precisam aprender, e se podem aprender a odiar, elas podem ser ensinadas a amar.

Nelson Mandela: foi um advogado, líder rebelde e presidente da África do Sul de 1994 a 1999, considerado como o mais importante líder da África Negra, vencedor do Prêmio Nobel da Paz de 1993

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Integral solidariedade ao cidadão Paulo Cesar de Oliveira, ex-árbitro e analista do desempenho dos emissários das leis do jogo nas contendas transmitidas pela Rede Globo.

Por

Ter sido vítima de racismo derivado de um verme transvestido “humano” desrespeitoso para com a:

Declaração sobre a Raça e os Preconceitos Raciais

Aprovada e proclamada pela Conferência Geral da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura, reunida em Paris em sua 20ª reunião, em 27 de novembro de 1978.

Artigo 1º

Todos os seres humanos pertencem à mesma espécie e têm a mesma origem. Nascem iguais em dignidade e direitos e todos formam parte integrante da humanidade.

Apesar

De oculto o racismo permanece nas entranhas de muitos componentes da nossa sociedade;

Estamos

Num momento político que preconceitos raciais e religiosos são alimentados pelo maligno mandrião ocupante da cadeira de presidente da república; como exemplo:

Segue algumas das suas assertivas:

1ª – “Com toda a certeza, o índio mudou, está evoluindo. Cada vez mais o índio é um ser humano igual a nós”

2ª – Negros e quilombolas “não serve para nada”, “Nem para procriadores servem mais”. Dito no Clube Hebraico no Rio, no mês de Abril do ano corrente.

3ª – Referente ao correligionário e negro deputado Hélio Lopes: Deu uma “queimadinha” porque demorou para nascer.

4ª – “Dei uma fraquejada veio mulher” se referindo à filha. Explanando total desrespeito às mulheres.

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CA-FPF

Fui informado que a presidente da CA-FPF, Ana Paula de Oliveira, não consegue ser simpática e educada com sua equipe e está cada vez mais insuportável o clima e o fato dela tentar, sem sucesso, parecer agradável ao quadro, tentando motivá-los a todo o tempo, os resultados em campo não estão aparecendo.

Reuniões

On-line estão sendo realizado com o chamado quadro básico em horários cada vez mais fora do contexto da normalidade, uma vez, que o árbitro é um prestador de serviço autônomo, dentre os horários, podemos destacar: sábado às 19 horas, domingo às 20 horas e assim sucessivamente.

Após reuniões com o quadro básico este ano, Ana Paula e sua equipe bombardearam os árbitros com exercícios teóricos, treinamento e ações do perfil mental e série de treinamentos para o Pilar Físico, justamente, o quadro básico que dificilmente atuará, pois, não há perspectivas das categorias de base ocorrerem esse ano.

Essa série de ações, nos corredores da FPF, dizem que é para mostrar trabalho.

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10ª Rodada da Série A do Brasileirão 2020

Sábado 12/09

Santos 2 x 2 São Paulo

Árbitro: Luiz Flavio de Oliveira (FIFA-SP)

VAR

Rodrigo Guarizo Ferreira do Amaral        (SP)

Item Técnico

Poucas falhas

Item Disciplinar

Cartão Amarelo: 03 para santistas e 02 para são-paulinos

No todo

Trabalho plausível dos representantes das leis do jogo

Domingo13/09

Fluminense 2 x 1 Corinthians  

Árbitro: Braulio da Silva Machado (FIFA-SC)

VAR

Heber Roberto Lopes (SC)

Item Técnico

1º – Apoiou o assistente 01: Helton Nunes (SC) quando da correta sinalização da posição de impedimento do corintiano Everaldo no lance findado com a bola no fundo da rede;

2º – Penalidade favorável à equipe carioca marcada corretamente no instante que Bruno Méndez, defensor corintiano, com o braço esquerdo acima da cabeça desviou a trajetória da redonda. Batida por Nenê, findada no fundo da rede.

Item Disciplinar

Cartão Amarelo: 02 para defensores do Fluminense e 04 para corintianos

Cartão Vermelho: Danilo Barcelos defensor do Fluminense por entrada maldosa no oponente. Idem para o técnico corintiano Mauro Aparecido da Silva por ter contestado decisões do árbitro.

11ª Rodada – Quarta Feira16/09

Corinthians 3 x 2 Bahia (data antecipada, rodada completar-se-á sábado e domingo próximo)

Árbitro: Wagner do Nascimento Magalhaes (FIFA-RJ)

VAR

Pathrice Wallace Corrêa Maia (RJ)

Item técnico

1 º – Deixou de marcar a penalidade máxima cometida por Xavier defensor corintiano com braço aberto desviou a trajetória da redonda emanada do oponente Gregore;

VAR

Comunicou que lance foi normal

2º – Antes de confirmar o terceiro gol corintiano marcado por Gil,

VAR

Entendendo que não ocorreu falta do corintiano Danilo Avelar no oponente Wanderson quando da descida redonda antes do cabeceio do Gil, avisou que nada ocorreu;

No

Meu entendimento através revisão do fato, Danilo Avelar empurrou o costado do oponente.

3º – Acertou por ter corroborado com assistente 01: Daniel do Espirito Santo Parro (RJ) por ter sinalizado a posição de impedimento do atacante do tricolor baiano Clayson no momento que mandou a bola profundo da rede

Item Disciplinar

Cartão Amarelo: 04 para corintianos e 02 pra defensores do tricolor baiano

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Política

Rio de Janeiro, fevereiro e março

Guanabara é cenário de brutalidade contra desvalidos e leniência com ricos poderosos

De 1808, quando dom João VIU desembarcou na baía, cuja visão encantou Cole Porter, a 1960, quando JK inaugurou a “novacap”, o Rio de Janeiro foi corte e capital da continental Pindorama: 212 anos de poder, charme e glória. Nestes últimos seis decênios, foi Estado da Guanabara, cidade estadual, desaparecida após 15 anos, ora capital do modesto Estado vizinho ao extinto Distrito Federal, a que foi anexado na fusão por obra e desgraça da fase mais brutal da ditadura militar.

Ironia de Clio, deusa da História, o terrível tribuno e talentoso orador que seria o melhor governador do País na menor e menos longeva unidade da Federação, Carlos Lacerda, foi cúmplice do golpe militar que destruiu a democracia liberal de 1946. E fez da “Cidade Maravilhosa” um teatro de horror. Tradutor e intérprete da tragédia Julius Caesar, de Shakespeare, o fluminense de Vassouras fundou o Rio moderno com os Túneis Rebouças e Santa Bárbara e o Parque do Flamengo. Fez ainda a adutora do Rio Guandu, solução para o incômodo cantado na marchinha Vagalume Rio de Janeiro, de Victor Simon e Fernando Martins, sucesso dos Anjos do Inferno no carnaval de 1954: “Rio de Janeiro, cidade que me seduz, de dia falta água, de noite falta luz”.

O “Corvo”, personagem do caricaturista Lanfranco Vaselli, o Lan, foi o apelido dado a Lacerda por quem nunca perdoou seu vezo golpista, que levou Getúlio Vargas ao suicídio. Morto em 1977, ele não tomou conhecimento do atentado terrorista a bombas contra a adutora planejado pelos capitães Jair Bolsonaro e Fábio Passos, dez anos depois. O ato protestava contra os baixos soldos e o então ministro do Exército, general Leônidas Pires Gonçalves, conforme ele disse à Veja: “Nosso Exército é uma vergonha nacional, e o ministro está se saindo como um segundo Pinochet”. O oficial foi processado por “deslealdade e indisciplina” e absolvido por decisão absurda do Superior Tribunal Militar, que considerou laudos “inconclusivos” de croquis provas a favor do réu.

O dono da bela voz que deixou gravados os textos imortais do bardo de Stratford-upon-Avon sobre a conjura contra César talvez concordasse com o terrorista fardado, após ver abortado seu projeto de disputar a Presidência, em 1965, com JK, também traído pelos militares. Mas a morte o privou de testemunhar o terrorismo malsucedido do atual presidente. E ainda o pouparia de ver o “mar de lama” que atribuía a seu inimigo maior, Getúlio Vargas, tornar-se uma poça, instalada nos jardins do Palácio Guanabara, de cujos aposentos cinco de seus sucessores no governo do Estado fundido foram levados para celas.

Quem acompanha o destino do Rio pode às vezes se deixar seduzir pelo lugar-comum de atribuir a características especiais da urbe construída entre o mar e a montanha seu inglório destino de hoje. De fato, o “Rio de Janeiro, fevereiro e março”, cantado pelo baiano Gilberto Gil, é o retrato ampliado de uma situação além do carnaval de fevereiro e do golpe de março (ou abril?). Nada há de específico nela que seja substancialmente diferente do restante do Brasil. Ampliada pelas lentes das redes de televisão nela instaladas, na metrópole onde Lacerda morreu e a famiglia Bolsonaro passou a mandar por decisão judicial, a realidade é estampada por um gaúcho de Rondinha com carreira jurídica no Paraná, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Edson Fachin. Em ofício ao presidente do órgão, o carioca da gema Luiz Fux, ele descreveu o sistema criminal brasileiro como “injusto e desigual” para a população menos abastada e “leniente com os poderosos”.

O panorama atual do Estado é uma amostra que salta aos olhos com as distorções definidas de forma exata. O governador Wilson Witzel, militar de origem e juiz de ofício, foi afastado por seis meses pela Operação Placebo, que também investiga o vice, Cláudio Castro, que assumiu o cargo sem perspectiva de volta do titular. O pastor Everaldo Dias Pereira, tido como governador ad hoc na gestão punida, foi preso. Filhos do presidente da República, Flávio, Carlos e Eduardo, assumiram o lugar daquele que os batizou no Rio Jordão.

Disputa a reeleição o prefeito Marcelo Crivella, bispo licenciado de uma das confissões beneficiadas por lei esdrúxula do Congresso perdoando R$ 1 bilhão de multas por infrações, que mereceu do pai do trio o absurdo de vetar e sugerir aos asseclas no Congresso a derrubada do próprio veto. A desembargadora Rosa Helena Guita quebrou o sigilo do processo contra Crivella, argumentando que a medida, “ao contrário do que se argumenta, está escorada em extenso material probatório, fruto de criterioso trabalho de investigação”. Por enquanto, a sanção aplicada ao alcaide limita-se à expulsão do lugar de papagaio de pirata do presidente da República em solenidade oficial.

O domicílio eleitoral do presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, que há 18 meses engavetou o projeto que põe fim ao foro privilegiado de parlamentares, é o Rio. Como o dos beneficiados Flordelis dos Santos de Souza e Flávio Bolsonaro. Mas isso é mera coincidência geográfica.

José Nêumanne: Jornalista, Poeta e Escritor – Publicado no Estadão do dia 16/09/2020

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Finalizando

“Deus deve amar os homens medíocres. Fez vários deles”

Abraham Lincoln: foi presidente dos Estados Unidos da América. Decretou a emancipação dos escravos. Foi considerado um dos inspiradores da moderna democracia tornou-se uma das maiores figuras da história americana. Defendia a causa dos pobres e humildes.

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Chega de Corruptos e Corruptores

Se liga São Paulo

Acorda Brasil

SP-19/09/2020

Confira abaixo o programa “COLUNA DO FIORI”, desta semana.

Nele, o ex-árbitro comenta assuntos, por vezes, distintos do que são colocados nesta versão escrita:

*A coluna é também publicada na pagina http://esporteformigoni.blogspot.com

*Não serão liberados comentários na Coluna do Fiori devido a ataques gratuitos e pessoais de gente que se sente incomodada com as verdades colocadas pelo colunista, e sequer possuem coragem de se identificar, embora saibamos bem a quais grupos representam.

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