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Palmeiras é condenado por calote em impostos nas transações de Mina e Vitor Hugo

Em 09 de julho de 2019, a FAAP (Federação das Associações de Atletas Profissionais) ingressou com ação de cobrança contra o Palmeiras.

Trata-se de novo calote – quase um hábito do clube – à obrigatória taxa, prevista pela Lei Pelé, do pagamento de 0,08% à entidade por cada transação de jogador efetivada.

Neste caso, as vendas de Mina para o Barcelona, por 12,3 milhões de Euros e de Vitor Hugo para a Fiorentina, por 8 milhões de Euros.

O direito é tão líquido e certo que o Palmeiras sequer se defendeu no processo.

Razão pela qual, na última semana, o clube foi condenando a pagar R$ 625,1 mil à FAAP, além de custas processuais e honorários advocatícios.

A dúvida: não seria mais barato mudar o comportamento e, assim que o dinheiro entrasse nos caixas palestrinos, destinar os descontos a quem de direito?

Diferentemente das cobranças de impostos, não consta calote nos comissionamentos dos intermediários envolvidos nos negócios.

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