Coluna do Fiori

FUTEBOL: POLÍTICA, ARBITRAGEM E VERDADE
Fiori é ex-árbitro da Federação Paulista de Futebol, investigador de Polícia e autor do Livro “A República do Apito” onde relata a verdade sobre os bastidores do futebol paulista e nacional.
http://www.navegareditora.com.br Email: caminhodasideias@superig.com.br

“Onde impera desrespeito e traição, o amor é pobre, a confiança é nula e a admiração desaparece”
Aforismo de: JDCasteloBranco
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Arbitragem prejudicou a Portuguesa de Desportos

Na partida de ida contra a equipe do XV de Piracicaba, disputada no dia 07/09/2020, arbitrada por Leandro Carvalho da Silva, a Lusa do Canindé vencia por 2 x 0,
Momentos
Distintos ocorreram duas disputas normais dentro da área da Lusa; “interpretados” penalidade máxima pelo ‘boto-branco’, que originaram os gols de empate e posterior gol correto da vitória do time mandante.
A
Contenda de volta será realizada no dia 14/09 as 17hs00 no campo da Portuguesa de Desportos
Expressando
Ter errado e não confiar nos árbitros federados dos escalões inferiores que arbitraram contendas da Série A1 do Paulistão 2020, Ana Paula de Oliveira presidente da CA-FPF escalou o FIFA: Raphael Claus.
Resumindo
Nada se cria. É copiado!
Findando
Sexta Feira 11/09 comemorou-se o dia do Árbitro Esportivo; data que deveria ser exaltada por sócios SAFESP indagando o presidente teoricamente “licenciado”;
Por qual razão não cumpre o prometido na campanha eleitoral?
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8ª Rodada da Serie A Brasileirão 2020
Sábado 05/09
Flamengo 2 x 1 Fortaleza
Árbitro: Flavio Rodrigues de Souza (FIFA-SP)
VAR
Jose Claudio Rocha Filho (SP)
Item Técnico
Acertou no instante que marcou a penalidade máxima cometida por defensor flamenguista no oponente Osvaldo; penalidade batida Juninho findada no fundo da rede;
No todo
Trabalho aceitável dos representantes das leis do jogo
Item Disciplinar
Cartão Amarelo: 01 para defensor do Flamengo e 01 para Fortaleza
Corinthians 2 x 2 Botafogo
Árbitro: Rafael Traci (FIFA-SC)
VAR
Rodrigo Dalonso Ferreira (SC)
Item Técnico
1º – Correta marcação da penalidade máxima cometida por Marcelo Benevenuto no oponente Gustavo Silva. Penalidade cobrada por Fagner transformada no gol de abertura do placar.
2º – Acertou por ter se auxiliado do VAR e marcar a falta do corintiano Jô em um dos oponentes no lance que a bola sobrou para Otero mandar profundo da rede botafoguense.
Item Disciplinar
Cartão Amarelo: 03 para corintianos e 01 para botafoguense
Ceará 0 x 1 Santos
Árbitro: Wagner Reway (PB)
Var
Igor Junio Benevenuto de Oliveira (MG)
Item Técnico
O fraco e contumaz comportamento do ‘boto-branco’ e ex-FIFA (meu Deus!) provocou reclamações dos dois lados.
Item Disciplinar
Cartão Amarelo: 04 para santistas e 04 para cearenses
Cartão Vermelho: 02 para santistas e 04 para cearenses; sendo o quarto cartão vermelho dado ao técnico do Ceará por invasão ao campo de jogo dizendo que o assistente 02: Kildenn Tadeu Morais de Lucena provocou a expulsão de um dos seus comandados.
Concluo
Acorda Gaciba e comandados
9ª Rodada Série A Brasileirão 2019 – Quarta Feira 09/09
Santos 3 x 1 Atlético-MG
Árbitro: Wagner do Nascimento Magalhaes (FIFA-RJ)
VAR
Carlos Eduardo Nunes Braga (RJ)
Item Técnico
Acertou por ter apontado a falta do goleiro atleticano Rafael no santista Marinho, seguido a marcação da falta, tirou o cartão vermelho do bolso expulsando o atleticano
Por três vezes contou com a colaboração do VAR
1ª – Ouviu e corretamente não considerou penalidade máxima reclamada pelos santistas no instante que a bola tocou na mão do braço recolhido do atleticano Junior Alonso
2ª – Corroborou com o acerto do assistente 01: Rodrigo Figueiredo Henrique Correa (FIFA-RJ) por ter sinalizado a posição de impedimento do santista Madson findado com a bola no fundo da rede
3ª – Defensor atleticano Alonso fez uso da perna direita para travar o movimentar do santista Marinho; árbitro nada marcou, com jogo paralisado, ouviu o VAR, foi ao monitor e corretamente marca da cal;
Penalidade
Batida por Marinho; transformada no terceiro gol de sua equipe.
Item Disciplinar
Cartão Amarelo: 01 para santista e 03 para atleticanos
Cartão Vermelho: 01 para defensor santista e 02 para defensores atleticanos
Quinta Feira 10/09
Corinthians x Palmeiras
Árbitro: Leandro Pedro Vuaden (RS)
VAR
Jean Pierre Goncalves Lima (RS)
Item Técnico
Correto ao marcar a clara penalidade máxima cometida por Fagner defensor corintiano, batida por Luiz Adriano, transformada no gol de abertura do placar;
Não
Entrou no barulho do corintiano Jô pedindo duas inexistentes penalidades máximas;
No todo
Notei Leandro Pedro Vuaden não apitando qualquer encosto de atleta com outro, jogo correu. Ele e assistentes cumpriram com suas obrigações.
Item Disciplinar
Cartão Amarelo: 03 para corintianos e 02 para palmeirenses
Cartão Vermelho: Para os corintianos Fagner e Danilo Avelar, explico:
– Fagner por ter esticado o braço direito impedindo o curso normal da bola próximo da trave direita da meta defendida por Cassio;
– Danilo Avelar após ter sido advertido corretamente com o segundo cartão amarelo.
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Tributo ao futebol da várzea e seus clubes históricos
Clube Atlético Flor do Brás

Fundação: 07 de setembro de 1928
Uniforme: Camisa listrada na vertical nas cores verde, branco e preto; calções pretos e meias verdes.
História
No começo do século, mais precisamente, nos anos 20 e 30, São Paulo abriu suas portas aos imigrantes italianos. Milhares deles vieram para a capital à procura de trabalho nas fazendas de café ou atraídos pela necessidade de mão de obra na nascente indústria paulistana.
Este
Crescente processo imigratório proporcionou um enorme crescimento dos bairros operários, em especial o bairro do Brás, onde grande parte dos italianos se fixou,
Três
Desses estrangeiros e irmãos de sangue: José de Carvalho, Malhado e Osvaldo Nunes.
Numa
Conversa de botequim, localizado nas esquinas das ruas Silva Teles com Bresser,
Formaram
Um clube de futebol denominando-o: C.A. Flor do Brás
Na
Categoria de primeiro presidente foi designando José de Carvalho, cargo que permaneceu durante Cinquenta anos.
Nessa
Época a sede do C.A. Flor do Brás ocupava um espaço na casa do presidente José de Carvalho;
Pouco
Distante da sede existia o campo de futebol instalado no terreno municipal localizado no Bairro do Pari; que foi desapropriado para construção de uma biblioteca municipal.
Após
Falecimento do presidente José de Carvalho, Antônio Veríssimo da Silva, popular Caçula se tornou sucessor,
Concernente
A complementação da história do C. A. Flor do Brás; Caçula diz que o clube ficou dividido, porque os apontamentos dos cinquenta anos não foram encontrados;
Provavelmente
A denominação Flor do Brás derivou de uma fábrica de perfumes do bairro que utilizava flores em suas flagrâncias;
Relativo
As cores, Caçula reporta que dois dos criadores eram palmeirenses e um era corintiano; resultando nas cores verdes e pretas.
Prosseguindo
Na narrativa das cores, Caçula conta que anos passados aconteceu fato engraçado envolvendo as cores do clube quando foi a uma casa de esportes para efetuar pedido do fardamento;
Dado
Momento o rapaz da loja disse que não poderia fazer meu uniforme porque era igual ao do América de Minas, questionei:
Por que
Não posso, se o Flor é mais antigo que o América? “Se tiver alguém querendo copiar não somos nós, pois nosso clube é registrado na Secretaria Municipal de Esportes e na FPF nessas três cores”
Conquistas
Campeão da Copa Benflor organizada pelo Benfica da Vila Maria; na final Flor do Brás venceu a Estrela Vermelha da Vila Nivi por 1 a 0, com gol de Baianinho; Campeão da Copa Amizade, organizada por Milton Montes e Vítor Sapienza, realizada em São Manuel. Campeão Metropolitano Regional da Zona Norte e Vice Campeão Geral, com a partida final ocorrida no Estádio Ícaro de Castro Mello – Ibirapuera: Flor do Brás perdeu do Estrela de São Bernardo por um placar de 2 a 1. Copa Gabriel Ortega, Copa Flamengo da Vila Maria, Copa Casa Verde.
Profissionais
No inicio da carreira os que integraram o C.A. Flor do Brás: Dema, que jogou na Portuguesa, Santos e na Seleção Brasileira; Mendonça que atuou no Santos; Tide que foi para a Bélgica; Sérgio Santos que defendeu o alvinegro praiano; Binha que jogou na Universidad do Chile; Renus que embarcou para a França; Alex Alves do Juventus; Vantuir que passou pelo Fluminense e por times belgas; Leandro que foi para o Botafogo de Ribeirão Preto; Flávio do União de Araras, além de Denner que despontou na Portuguesa e no Vasco e foi revelado pelo seu futebol de salão.
Quatro
Dos coparticipantes do C.A. Flor do Brás após falecimento do primeiro presidente: Luís Carlos Mussi: ex-árbitro de futebol e Eli, ex-jogador do Corinthians e do Equador; Chinaglia e Zagalo
Clube Atlético Flor do Brás
Encerrou sua caminhada no futebol varzeano no dia no dia 08/07/2008
Concluo
Durante anos com muito contentamento e ebulição acompanhei a equipe do Flor do Brás.
Meu
Preito aos que não vejo nos dias atuais; da mesma forma: aqueles que partiram deste planeta
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Aviso
Senhores dirigentes dos clubes amadores que queiram colaborar com este espaço deixem mensagens no site: http://blogdopaulinho.com.br, ou no whatsapp (11) 98402-3121, deixando número do celular para que eu possa dar retorno (lembrando que não se trata de matéria paga como ocorre noutros locais), ou seja, nada será cobrado, mas sim de conteúdo jornalístico com intenção de imortalizar a rica história das agremiações.
Aviso nº 2
Não deixe de assistir, ao final da Coluna, a versão em vídeo de meus comentários, detalhando assuntos aqui tratados e abordando outros não inseridos na versão escrita.
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Política
O sequestro do Brasil
País continua refém da disputa retórica entre o ruim e o pior, isto é, petismo e bolsonarismo
O Brasil continua refém de uma disputa retórica entre o ruim e o pior, que nada tem a ver com a construção de um país democrático e moderno. O presidente Jair Bolsonaro e seu antípoda, o petista Lula da Silva, aproveitaram o Dia da Independência para terçar as conhecidas armas do autoritarismo e do atraso, reiterando a miséria ideológica produzida pelo lulopetismo e pelo bolsonarismo.
“No momento em que celebramos essa data tão especial, reitero, como presidente da República, meu amor à Pátria e meu compromisso com a Constituição e com a preservação da soberania, democracia e liberdade”, discursou Bolsonaro em rede de rádio e TV. Ora, o respeito à Constituição e à democracia é obrigação precípua de todas as autoridades do País, aliás de todo e qualquer brasileiro, e não deveria ser necessário o presidente da República vir a público para confirmar sua disposição de cumpri-la. No caso de Bolsonaro, contudo, é mais que necessário, pois seu histórico de ataques às instituições republicanas, de apoio a movimentos golpistas e de agressão sistemática ao decoro indica profundo desrespeito à Constituição e à democracia.
Assim, o anunciado compromisso de Bolsonaro com a democracia e a Constituição foi bem recebido em parte do meio político – seria mais uma prova de sua disposição de abandonar a truculência que lhe é característica. Mas, como tudo no bolsonarismo, um movimento de natureza intrinsecamente autoritária, as palavras “democracia” e “liberdade” ganham significado bastante diverso daquele consagrado no léxico democrático.
No discurso, Bolsonaro disse que “o sangue dos brasileiros sempre foi derramado por liberdade”. Citou, como exemplos desse heroísmo, a Guerra do Paraguai, a ação da FEB na 2.ª Guerra e, pasme o leitor, o golpe militar de 1964. Ou seja, o presidente equiparou a mobilização militar do País contra inimigos externos à instalação de um regime de força no Brasil para combater inimigos internos – a “sombra do comunismo”, em suas palavras. Isso é o bolsonarismo em seu estado puro: a “liberdade” e a “democracia” que o presidente diz defender são restritas aos brasileiros que andam na linha – os demais, como Bolsonaro mesmo já disse em outros tempos, deveriam ser “fuzilados”.
Enquanto isso, o chefão petista Lula da Silva gravou um pronunciamento em que tratou de relembrar aos brasileiros por que razão o PT foi varrido do poder. A título de denunciar o descaso de Bolsonaro a respeito da pandemia, o ex-presidente recitou todo o abecedário do subdesenvolvimentismo militante. Criticou, por exemplo, a determinação de “pagar juros ao sistema financeiro” com o lucro cambial do Banco Central, dizendo que esses recursos “poderiam estar sendo usados para salvar vidas” na pandemia. Essa afirmação, em si falsa, apenas reitera a rançosa hostilidade esquerdista aos investidores que financiam o governo. Na mesma toada, criticou o teto de gastos, “que deixa o Estado brasileiro de joelhos diante do capital financeiro nacional e internacional”.
Como se fosse líder de chapa estudantil, Lula também atacou o acordo para o uso norte-americano da Base de Alcântara, visto pelo petista como “submissão do Brasil aos interesses militares de Washington”.
Além disso, Lula atacou o “furor privatista” de Bolsonaro, algo que nem os próprios funcionários do governo estão vendo – alguns inclusive pediram demissão recentemente, frustrados com a lentidão do prometido processo de venda de estatais.
Por fim, acusou uma aliança das “forças conservadoras do Brasil” com “interesses de outras potências” para sabotar “os avanços que fizemos”. Até sua prisão Lula atribuiu a uma “criminosa colaboração secreta de organismos de inteligência norte-americanos”.
Enquanto estiver cativo do duelo anacrônico entre lulopetismo e bolsonarismo, repleto de inimigos ocultos, conspirações e imposturas, o Brasil terá enorme dificuldade de identificar seus reais problemas e de arregimentar forças para enfrentá-los. O futuro do País depende da superação, o quanto antes, desse ruinoso embate.
Opinião do Estadão publicada no dia 10/09/2020
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Finalizando
“A politica não deveria ser a arte de dominar, mas sim a arte de fazer justiça”
Aristóteles: foi um importante filósofo grego. Um dos pensadores com maior influência na cultura ocidental
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Chega de Corruptos e Corruptores
Se liga São Paulo
Acorda Brasil
SP-12/09/2020
Confira abaixo o programa “COLUNA DO FIORI”, desta semana.
Nele, o ex-árbitro comenta assuntos, por vezes, distintos do que são colocados nesta versão escrita:
*A coluna é também publicada na pagina http://esporteformigoni.blogspot.com
*Não serão liberados comentários na Coluna do Fiori devido a ataques gratuitos e pessoais de gente que se sente incomodada com as verdades colocadas pelo colunista, e sequer possuem coragem de se identificar, embora saibamos bem a quais grupos representam.
