
Em 17 de agosto, o Blog do Paulinho revelou que o Corinthians, de maneira equivocada, quitou parcelamento dos IPTUs compreendidos entre os anos de 1990 e 2003, quando estes, por decisão da Prefeita Marta Suplicy, estavam perdoados:
Foram R$ 10,6 milhões de prejuízo, irrecuperáveis, porque quando pagos são tratados como ‘dívidas confessadas’.
Porém, o comportamento da diretoria alvinegra diante dos impostos que, efetivamente, deveriam ser honrados foi bem diferente.
A dívida de IPTUs do Corinthians, em avaliação de 27 de agosto de 2019, equivale a R$ 33,4 milhões.
Não foram honrados os de 2013, 2014, 2015, 2016, 2017 e 2018.
Inexiste acordo de parcelamento porque o Corinthians insiste, na Justiça (o processo já está em execução), em rechaçar a pendência, postergando uma ação que, provavelmente, cairá como ‘herança’ para os próximos gestores alvinegros.
Se inserido o IPTU de 2019 – ainda não discutido judicialmente, na casa dos R$ 5 milhões, a dívida do clube aproximar-se-á, acrescida dos juros de quase um ano sobre os cálculos anteriores, dos R$ 40 milhões.
Cálculos enviados pela Procuradoria Geral do Município à Vara de Execuções Municipais, em que estão sendo cobrados os calotes de IPTUs do Corinthians (não consta o imposto de 2019, ainda sem reclamação judicial):
