A comprovação de que ex-gerente da base do Corinthians, afastado por corrupção, é intermediário de jogadores

Em maio de 2016, Fabio Barrozo, então gerente das categorias de base do Corinthians, por conta de denúncias de corrupção que envolviam, também, os nomes do conselheiro vitalício alvinegro Manoel Ramos Evangelista, o Mané da Carne e o atual diretor de futebol Eduardo ‘Gaguinho’ Ferreira, foi afastado do clube.
Todos negaram as acusações.
Homem de confiança de Andres Sanches, Barrozo foi realocado no Tigres/RJ, espécie de ‘filial’ do Timão à época, de propriedade do parlamentar Washington Reis, parceiro do cartola corinthiano no Congresso.
Concomitantemente a esses episódios, em que os envolvidos foram julgados, e absolvidos, numa Comissão de Ética presidida pelo Dr. Sérgio Alvarenga, a vida de Barrozo seguiu e os negócios também.
Em 29 de setembro de 2017, o intermediário colocou o jogador Lorran no Santos, recebendo, por isso, R$ 100 mil em comissão, acertadas pelo presidente Modesto Roma Junior, apesar do atleta nada ter custado aos cofres do clube.
O Peixe chegou a lhe dar calote no pagamento, mas o receptivo José Carlos Peres firmou novo acordo de pagamento, semanas atrás, comprometendo-se a pagar juros e demais correções.

