A covarde oposição Tricolor

Dividida entre os nomes de Sylvio de Barros, Roberto Natel e Marco Aurélio Cunha, a oposição do São Paulo, que precisará, em Assembleia, optar por um deles, ainda assim sem a certeza de que os derrotados aceitarão, de bom grado, o resultado, segue acovardada.

Cresce o número de pessoas que prometeram votos a Deus, o Diabo e ao Talvez  e que, por conta disso, trabalha pela adoção da votação secreta.

Querem, ao final, posar de fiéis apoiadores, claro, do vencedor.

É esse nível de gente que tentará superar o adversário Júlio Cesar Casares, candidato apoiado pelo desastroso Leco, presidente que colocou o São Paulo no fundo do poço financeiro e trancou a porta da sala de troféus às conquistas relevantes.

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