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O fantástico mundo de Lula

O ex-presidente Lula posiciou-se contráriamente às manifestações de correntes divergentes em favor da Democracia e contra o governo fascista de Jair Bolsonaro.

Nos últimos dias, milhares de pessoas, entre conhecidos e anônimos, assinaram esses documentos.

Erra feio o líder petista em não aderir.

Não se trata de aprovar ou reprovar o comportamento dos signatários, mas de unir forças contra a impossibilidade, futura – se as coisas seguirem como estão – dele próprio manter a liberdade de exercer suas indignações.

Lula precisa entender que o mundo não gira em torno de si.

É compreensível seu não perdão aos citados FHC e Temer diante dos fatos políticos pretéritos amplamente conhecidos pela sociedade, assim como estes, cada qual a seu critério, possuem restrições ao ex-presidente, mas é triste ver o lado pessoal do petista ou até o entendimento sobre o comportamento dos referidos em relação à democracia sobrepor-se à necessidade urgente de preservar os direitos de uma população inteira que precisa ser protegida pelos líderes em que acredita.

Boa parte destes sofreu e protestou, por ele, no período de encarceramento.

Fernando Haddad, a mais relevante liderença de esquerda do país pós Lula, que possui restrições semelhantes, engoliu-as a seco e, por um bem maior, assinou o manifesto ‘Estamos Juntos’.

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3 comentários em “O fantástico mundo de Lula”

  1. Ele não quis assinar pq tem a mesma intenção desse governo facista, esse pais esta a beira de golpe militar, só resta saber a cor da farda, pior sem perpectiva minima de algo menos pior. Brasil, sil, sil

  2. Paulinho: Não estou aqui para censurar nada, apenas para alertar que o documento divulgado nos últimos dias e que não foi assinado Lula e Dilma Lula e Dilma, conta ainda com movimentos de “renovação política” que sustentam o projeto eleitoral de Luciano Huck, apresentador da Globo e candidato dos bilionários. O texto foi redigido pela organização denominada de Pacto pela Democracia, que tem entre seus principais componentes nada mais nada menos que Jorge Paulo Lemann (Fundação Lemann), homem mais rico do Brasil, Maria Alice Setúbal, herdeira do Itaú, e Beatriz Bracher, mãe de Candido Bracher, presidente do Itaú. Mistura-se a isso a ONG dos Estados Unidos ligadas às chamadas guerras híbridas ou “revoluções coloridas”, a National Endownment for Democracy. Como é um manifesto para manter o status quo, se fosse eu não assinaria tal manifesto. Em nome da democracia popular, agiu corretamente o Lula, Dilma e Haddad. Espero que, você Paulinho, um dos poucos jornalistas que tem a coragem de demonstrar que a luta pela democracia e pela igualdade social vale a pena, REVISE a sua posição quanto ao documento. Trata-se de um auto golpe dentro da democracia fascista.

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