São Paulo massacra funcionários mais humildes, mas preserva o dinheiro dos jogadores

O São Paulo, que já havia reduzido o salário de seus funcionários mais humildes em 25%, decidiu ampliar o corte e, a partir deste mês, reduzirá o montante total em 50%.
A desculpa é a de manter todos empregados.
Porém, para os atletas profissionais, que possuem recursos de sobrevivência mais robustos, a redução salarial, efetivamente, inexistirá.
Até a volta dos campeonatos, os jogadores receberão um piso máximo de R$ 50 mil, sem pagamento dos direitos de imagem, mas serão reembolsados, posteriormente, em 100% destes valores.
O desconto dos pobres é compulsório e sem direito a ressarcimento.
