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Nova dinâmica eleitoral do Corinthians reascende polêmica de 2018

Ontem (21), o presidente do Conselho Deliberativo do Corinthians, Antonio Goulart, conversou com o conselheiro e ex-vice de futebol do Corinthians, Fran Papaiordanou, em live transmitida pelo Instagram.

Foram quase 40 minutos de obviedades e algumas bajulações.

Porém, duas informações relevantes surgiram do encontro.

A primeira delas é a de que as tais comissões formadas para fiscalizar diversos setores do clube, entre os quais o do estádio, seguem ativas e, segundo Goulart, com poderes para pedir documentações, etc.

“Qualquer pessoa pode pedir documentos do clube à diretoria… não pode copiar ou tirar fotos, mas sim pedir vista (ler no local)”

Na prática, porém, nada disso está acontecendo.

A comissão do estádio, nas mãos de Edgard Soares e Romeu Tuma Junior (elogiadíssimos por Goulart, o que diz muito sobre quem elogia), por diversas razões, tornou-se um fiasco retumbante e ninguém consegue acesso a qualquer documentação relevante no gabinete de Andres Sanches.

Por fim, ocorreu a revelação que pode movimentar peças nas eleições do Corinthians: diferentemente de 2018, quando o presidente tomava posse, imediatamente, após a promulgação do resultado, haverá um espaço de quase dois meses entre os procedimentos.

Ou seja, o presidente será eleito em novembro, mas empossado somente, segundo Goulart, no dia 1º de janeiro.

Nas eleições passadas, a grande polêmica se deu por conta de um boato sobre a impossibilidade de Roque Citadini assumir a presidência do Corinthians, se eleito fosse, por conta de conflito legal com sua atuação profissional, a de Conselheiro do Tribunal de Contas do Estado de São Paulo.

À época, o candidato chegou a ser afastado da disputa, mas retornou por decisão liminar da Justiça, que acabou confirmada, no mérito, meses depois.

Em síntese, ao ser eleito, Citadini teria que optar, imediatamente, entre afastar-se do TCE/SP (sem a necessidade, especulada, de aposentadoria) ou ser presidente do Corinthians.

Os que combatiam a ideia alegavam que a posse era imediata – antes da possibilidade dessa escolha – podendo haver margem para disputas judiciais.

Nessa nova dinâmica, não há mais o que polemizar.

Todos os magistrados do Corinthians poderiam concorrer, com prazo suficiente para, após o resultado das urnas, afastarem-se de seus afazeres nos respectivos locais de trabalho.

Citadini, que abriu mão de disputar e declarou apoio recente ao candidato Augusto Melo, incluído.

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