A Páscoa em tempo de coronavírus

Mais do que uma data religiosa, a Pascoa, mesmo para os descrentes, serve como pretexto para o reencontro de amigos, familiares e demais corações apaixonados.
Vivemos tempos difíceis, em meio à luta da humanidade diante de um inimigo que não escolhe credo, raça, nem condição social.
Haveremos de vencer.
Mas, para tal, existe a necessidade de agirmos em conformidade com o que se espera de uma sociedade civilizada.
Nessa histórica Pascoa de 2020, a ciência, quase sempre escanteada pelas mais diversas crenças, tem que ser valorizada.
Não fosse pela renúncia social, desde a fase de estudos, da maior parte de médicos e cientistas em favor das descobertas que, em vigor nessa pandemia, ajudaram a salvar milhões de vidas e estaríamos agora sofrendo consequências já vividas em séculos anteriores, quando a humanidade, desinformada, era presa fácil de qualquer patologia.
A Pascoa de 2021 somente será feliz se o conhecimento sobrepor-se à ignorância.
Não será uma luta fácil.
Ainda mais no Brasil, em que o coronavírus possui a parceria de um lunático com poderes de chefe da nação e de seus bajuladores, inclusive em determinados setores da imprensa.
