Corinthians é cobrado na Justiça por novo calote na FAAP

No último dia 23, a FAAP (Federação das Associações de Atletas Profissionais) protocolou nova ação de cobrança contra o Corinthians.

O calote, desta vez, foi de R$ 1,2 milhão.

Por lei, todas as transações de jogadores realizadas no Brasil devem destinar 0,8% do montante à FAAP.

Processado mais de uma dezena de vezes pela Federação, o Corinthians nunca venceu.

Pior: se viu obrigado a quitar os valores acrescidos de juros e custas judiciais.

Somente dois fatores podem justificar essa evidente continuidade de erros: incompetência ou malandragem.

Bastaria, no momento do recebimento dos valores das transações, destinar o percentual obrigatório a quem de direito e o assunto seria resolvido com tranquilidade.

A prioridade, porém, é a de remunerar os intermediários dos negócios e, consequentemente, seu beneficiados.

Existe também, no contexto da ‘malandragem’, a possibilidade de criar vantagens a escritórios de advocacia que circulam pelo departamento jurídico alvinegro, que tem por hábito terceirizar esse tipo de defesa.

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