Atraso das férias dos jogadores é apenas pequena parte dos problemas salariais do Corinthians

Precisou o meia Jadson, ainda que motivado pelo rancor de sua recente dispensa, revelar em entrevista que o Corinthians não pagou as férias de seus atletas para que a coletividade alvinegra não passasse ao largo sobre o assunto.
Mais uma entre tantas dívidas trabalhistas do clube.
Até então, o discurso, mentiroso, proferido a conselheiros e torcedores era o de que tudo estava em dia.
Nunca esteve.
Porque, além dos valores expostos por Jadson, existe ainda diversos meses de atraso nos direitos de imagem, que, todos sabem, perfazem a parte maior dos vencimentos dos jogadores corinthianos.
Sem contar as pendências de FGTS, que atingem, também os funcionários mais humildes.
Alguns estão há mais de um ano nessa situação.
É esse tipo de herança que chegará às mãos do novo mandatário alvinegro, a ser conhecido no final de 2020, sem que haja chance de recuperação, mas sim de agravamento, diante das recentes eliminações em campeonatos relevantes e a incerteza do que está por vier diante da pandemia.
