Clubes tentam minimizar perdas, mas atletas permanecem egoistas

Os atletas mais bem pagos do futebol brasileiro relutam contra medidas que deverão ser tomada por seus clubes nos próximos dias.

Redução salarial de 25% e férias antecipadas.

Boa parte deles diz que o desfalque inviabilizará compromissos assumidos, previamente, para sobrevivência.

Obviamente, salvo raras exceções, trata-se mais de choro do que verdade.

Sem arrecadações relevantes, ao menos, pelos próximos dois meses, em meio a pandemia do coronavírus, os clubes não encontram alternativa se não a de reduzir seus custos mais expressivos.

Toda a população mundial terá que apertar o cinto daqui por diante.

Cabe aos atletas entenderem a situação e escolher se preferem receber 25% a menos, mas em dia, ou enfiar a faca na garganta dos clubes, prejudicando, talvez, em efeito dominó, não apenas seus acordos vigentes, mas também o recebimento de salários dos funcionários mais necessitados.

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