Justiça segue injusta com os familiares das vítimas do voo da Chapecoense

O TRF-4, através do desembargador Cândido Alfredo Silva Leal Júnior, negou-se a bloquear, preventivamente, R$ 52 milhões das seguradoras que deveriam ter honrado contrato com os familiares das vítimas do fatídico voo da Chapecoense.
Tókio Marine e AON seguem sem pagar um centavo a ninguém.
Os promotores do MPF sustentam que as seguradoras sabiam, de antemão, que a empresa aérea LAMIA não possuía condições mínimas de segurança, e, ainda assim, aceitaram a apólice.
Lá se vão quatro anos do desastre sem que nenhum dos responsáveis tenha sido punido.
