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As oito horas em que o Santos foi envergonhado por Orlando Rollo

Olivério Junior, Bernardo Aciolly e Orlando Rollo

Parecia filme pastelão ou aquelas sátiras de republiquetas sul-americanas, mas, para constrangimento de quem gosta do Santos, tratava-se de um dos mais lamentáveis episódios da história do clube.

Alguém disse para o controverso policial Orlando Rollo que a punição esportiva imposta pelo STJD ao presidente José Carlos Peres lhe daria o direito de assumir, na condição de vice, o cargo que, em seu entendimento, estaria vago.

Limitado, o sujeito acreditou.

Rollo, ontem (11), partiu então para a Vila Belmiro, assessorado por gente do nível do agente de jogadores Olivério Junior (que trabalha para Andres Sanches e Kia Joorabchian) e do ex-diretor jurídico do Flamengo, Bernardo Aciolly, possuidores de currículos que falam por si.

Portava documentos diversos, desde comunicados de posse como presidente até ordem de destituição de membros do Conselho Gestor.

Nada disso tinha validade, mas, ainda assim, foram protocolados oficialmente, ampliando o constrangimento.

Em meio ao caos, Rollo tentou entrar na sala da presidência para conceder entrevista coletiva, porém, impedido por funcionários da agremiação, teve que se contentar em falar na calçada.

Oito horas após o início da pantomima, o STJD esclareceu o óbvio: a punição de Peres era apenas esportiva e, por razões óbvias, mantinha-se na condição de presidente.

Com o rabo no meio das pernas, Rollo e sua trupe saíram da Vila com cara de poucos amigos.

Tivesse boa intenção, e, tudo indica, não tinha, ainda que a punição de Peres fosse extensiva aos poderes do cargo, até por respeito à democracia, o policial assumiria a gestão e, nos 15 dias previstos, cuidaria da casa, de maneira protocolar, até que o mandatário, eleito por maioria de votos, retornasse.

A tentativa de golpe, além de desastrada, serviu para revelar, oficialmente, as intenções de Rollo dentro do Santos, além de evidenciar muita coisa que vem sendo realizada (contra o Santos) nos bastidores, mas negada pelo cartola nos últimos tempos.

Participaram do episódio, em apoio ao policial, além dos ‘assessores’, alguns associados e ex-dirigentes do clube, muitos deles demitidos pela atual gestão:

1) Joaquim Bonorino (tem processo contra o clube)

2) Rodrigo Santos Galvão (tem processo contra o clube)

3) Mayti Justo (ex-juridico)

4) Wladymyr Camargos (advogado)

5) Leandro Weismann (conselheiro)

6) Marcondes (advogado)

7) Rabellato (contador)

8) Antonio Soares Junior (Presidente do Tsunami, que também possui processo contra o clube)

09) Mário Badures (advogado)

10) Mariana Nogueira de Sousa (tem processo contra o clube)

11) Paulo Evangelista (tem processo)

12) Ademar Piemonte (policial civil)

O Peixe merece respeito e, apesar desse tipo de gente, não pode ser tratado como se fosse delegacia de má-fama ou casa maçônica desmoralizada.

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