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Coluna do Fiori

fiori - dicunto

FUTEBOL: POLÍTICA, ARBITRAGEM E VERDADE

Fiori é ex-árbitro da Federação Paulista de Futebol, investigador de Polícia e autor do Livro “A República do Apito” onde relata a verdade sobre os bastidores do futebol paulista e nacional.

http://www.navegareditora.com.brEmail:caminhodasideias@superig.com.br

apito limpo

“Serpentes serão sempre, serpentes. Se assim o quiserem”

Adágio de: Geissis Bispo

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Mutismo das Chapas 01 e 02 eleições SAFESP

É claro demonstrar do desrespeito ao corpo associativo, como à parte do público amante do futebol que através meios de comunicação, incluindo esta humilde coluna; tomaram ciência das gravíssimas acusações envolvendo algum dos seus componentes

Refrigerando

A mente destes “honrados sonhadores” recomendo que respondam:

Quanto à veracidade ou não do pedido efetuado pelo candidato a presidente da Chapa 01 ao atual presidente e candidato da Chapa 02, para que o indicasse a ser componente do STJ da FPF?

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18ª Rodada referente à segunda contenda partida das duas finais da Série A1 do Paulistão 2019

Domingo 21/04

Corinthians 2 x 1 São Paulo

Resultado que sagrou o campeonato a equipe do SC Corinthians Paulista

Árbitro: Raphael Claus

Assistente 01: Danilo Ricardo Simon Manis

Assistente 02: Marcelo Carvalho Van Gasse

Quarto Árbitro: Douglas Marques Das Flores

Árbitro de Vídeo

Thiago Duarte Peixoto (VAR)

Emerson Augusto de Carvalho (AVAR1)

Rodrigo Guarizo do Amaral (AVAR2)

Item Técnico

Poucas falhas, dentre estas: não ter marcado a falta cometida pelo corintiano Clayson no momento que solou o oponente Reinaldo

No todo

Aceitável

Item Disciplinar

Cartão Amarelo: 03 para corintianos e 01 para são-paulino

Copa do Brasil 2019 – Quarta Feira 24/04

Vasco da Gama 2 x 1 Santos

Árbitro: Rafael Traci (SC)

Item Técnico

Acertou por ter acompanhado o assistente 01: Helton Nunes (SC) quando da sinalização de impedimento do vascaíno Ricardo no lance findado com a bola no fundo da rede santista

Item Disciplinar

Cartão Amarelo: 03 para vascaínos e 05 para santistas

Cartão Vermelho: Leandro Castan defensor vascaíno por ofensas a equipe de arbitragem após término da contenda

Corinthians 2 x 0 Chapecoense

Árbitro: Daniel Nobre (RS)

Item Técnico

Aceitável

Item Disciplinar

Cartão Amarelo: 02 para defensores do Corinthians e 02para defensores do Chapecoense

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Política

As confusões cobram a conta

Pesquisa mostra que, aparentemente, a paciência dos brasileiros com Bolsonaro está acabando, e mais rapidamente do que aconteceu com os antecessores

Cresceu de 21% para 40%, entre janeiro e abril, o porcentual de brasileiros que desaprovam o modo como o presidente Jair Bolsonaro governa o País. Esse recorte da mais recente pesquisa de opinião feita pelo Ibope sobre o desempenho de Bolsonaro indica uma evidente perda de confiança na capacidade do presidente de realizar a contento as muitas e desafiadoras tarefas inerentes a seu cargo.

É certo que o próprio Bolsonaro já declarou, mais de uma vez, que “não nasceu” para ser presidente e que às vezes pergunta a Deus “o que eu fiz para merecer isso?”. Seu principal articulador político, o ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, também admitiu que todos ali ainda estão “aprendendo” e que o País “precisa ter um pouquinho de paciência com a gente”.

Aparentemente, contudo, a paciência está acabando, e mais rapidamente do que aconteceu com qualquer outro antecessor de Bolsonaro – salvo o caso de Michel Temer, que enfrentou inusitada impopularidade a despeito de ter reorganizado a economia e encaminhado reformas depois do desastre do governo de Dilma Rousseff.

A mesma pesquisa do Ibope indica que a aprovação do modo de Bolsonaro governar caiu de 67% em janeiro para 51% em abril. Já a confiança no presidente recuou de 62% para 51%, enquanto a desconfiança subiu de 30% para 45% nesse curto lapso de tempo.

O porcentual dos que aprovam a maneira como Bolsonaro administra o País agora está bem próximo do porcentual de votos válidos que ele recebeu no segundo turno da eleição do ano passado (55%). Ou seja, pode-se especular que sua aprovação hoje está restrita a seu eleitorado.

Na avaliação do presidente do Ibope Inteligência, Carlos Augusto Montenegro, Bolsonaro “perdeu gordura”, especialmente em razão das confusões desnecessárias que protagonizou ao longo desses quatro meses de mandato – como a divulgação de um vídeo pornográfico, a título de denunciar a promiscuidade no carnaval, e a recorrente bagunça criada pelos filhos do presidente especialmente nas redes sociais, sem falar na queda de dois ministros de Estado em menos de quatro meses de governo. Esses ruídos ajudam a piorar um cenário muito mais feio, em que o governo aparenta inação em diversos setores e acumula números negativos na economia, em especial os do desemprego e do crescimento.

No geral, o governo Bolsonaro é avaliado como “ótimo” ou “bom” por 35% dos entrevistados, contra 34% em março, o que indica estabilidade após queda acentuada – em janeiro, eram 49% os que tinham opinião positiva. Já a fatia dos que consideram o governo “ruim” ou “péssimo” saltou de 11% para 27% no mesmo período. O crescimento da faixa dos mais críticos ao governo tem sido constante. Em março, eram 24%.

Esses números confirmam que Jair Bolsonaro protagoniza o governo mais mal avaliado em início de mandato desde o de Fernando Collor (1990), considerando-se apenas os presidentes eleitos, e não os vices que assumiram o lugar em razão de impeachment. Para Carlos Montenegro, do Ibope, a questão é que talvez tenha havido “empolgação excessiva” dos brasileiros com os outros presidentes, o que não se repete agora com Bolsonaro. “Talvez seja melhor começar com uma baixa expectativa e ir melhorando”, analisou Montenegro.

Pode ser, mas o fato é que não parece haver razão para otimismo, nem agora nem no futuro, e o apoio ao presidente Bolsonaro cada vez mais deverá se restringir a seus eleitores mais fiéis. Não é necessariamente desastroso ser impopular – o ex-presidente Michel Temer mostrou que é possível governar razoavelmente bem sem contar com quase nenhum apoio das ruas. No entanto, a conjunção entre impopularidade crescente e incapacidade administrativa e política costuma ser explosiva, especialmente para um governo que tem se mostrado tão pouco afinado com o Congresso – lugar em que o apelo popular costuma ser mais sentido.

Desde as eleições, Bolsonaro vem dizendo que não confia nas pesquisas que lhe são desfavoráveis. Mas talvez fosse o caso de começar a se interessar pelas razões do crescente pessimismo dos brasileiros em relação a seu governo, cuja marca, por enquanto, é a do atabalhoamento.

Editorial do Estadão publicado no dia 26/04/2019

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Finalizando

“A política brasileira vive em relacionamento sério com a corrupção”

Pensamento de: César Ribeiro

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Chega de Corruptos e Corruptores

Se liga São Paulo

Acorda Brasil

SP-27/04/2019

Confira abaixo o programa “COLUNA DO FIORI”, desta semana, que foi ao ar em nosso canal do YouTube.

Nele, o ex-árbitro comenta assuntos, por vezes, distintos do que são colocados nesta versão escrita:

*A coluna é também publicada na pagina Facebook:  “No intervalo do Esporte”

*Não serão liberados comentários na Coluna do Fiori devido a ataques gratuitos e pessoais de gente que se sente incomodada com as verdades colocadas pelo colunista, e sequer possuem coragem de se identificar, embora saibamos bem a quais grupos representam.

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