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Coluna do Fiori

fiori - dicunto

FUTEBOL: POLÍTICA, ARBITRAGEM E VERDADE

Fiori é ex-árbitro da Federação Paulista de Futebol, investigador de Polícia e autor do Livro “A República do Apito” onde relata a verdade sobre os bastidores do futebol paulista e nacional.

http://www.navegareditora.com.brEmail:caminhodasideias@superig.com.br

apito limpo

“Não existem más influências, existem pessoas sem personalidade própria”

Demi Lovato – é uma atriz, cantora e compositora norte-americana

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Direto e reto

As constantes chamadas e reuniões dos membros da comissão de árbitros com seus subordinados, quanto o desrespeito de alguns deles para aplicar cartão de advertência nos primeiros minutos da contenda, força-me acreditar que atendem orientação para preservar escala

Ilegal e imoral 

Ambos os lados expõem falta de respeito para com o inserido na lei do jogo, como também, conivência quanto à safadeza praticada nos imundos bastidores do chamado esporte das multidões deste Brasil, brasileiro

Nós escalamos e avaliamos

Considero antiético que componentes da CA-FPF, assim como, do diretor e todo poderoso Domingos Roberto Domingues, cuja principal função é indicar os nomes dos subordinados que concorrerão no “sorteamento” das contendas, que, na maior cara de pau, se auto escalarem para analisar e assessorar o trabalho dos árbitros.

Meu conceito

É válido para todos os dirigentes do SAFESP que exerçam estas atividades; que a todos remunera

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3ª Rodada da Série A1 Paulistão 2019

Sàbado26/01

Corinthians 1 x 0 Ponte Preta

Árbitro: Salim Fende Chaves

Item Técnico

Escassas cincadas. Baba do quiabo

Neste item

Destaco o acerto do assistente 02: Evandro de Melo Lima, quando da sinalização de impedimento do atacante Talles, da equipe campineira, logo após rebote do goleiro Cassio, findado com a bola no fundo da rede corintiana

Item Disciplinar

Cartão Amarelo: 01 para defensor do Corinthians e 02 para Defensores da Ponte Preta

Domingo 27/01/19

Santos 2 x 0 São Paulo

Arbitro: Vinicius Furlan

Item Técnico

Pouco exigido

Item Disciplinar

Nos primeiros minutos da etapa inicial Vinicius Furlan foi conivente com a indisciplina de alguns dos litigantes, fato repetido até o 38º minuto, quando se ligou e advertiu Hudson, defensor são-paulino.

Na segunda etapa exagerou advertindo 10 antagonistas

No total

Cartão Amarelo: 07 para santistas e 04 para são-paulinos

São Caetano 0 x 2 Palmeiras

Árbitro: Vinicius Gonçalves Dias Araujo

Item Técnico

Trabalho natural

Item Disciplinar

Cartão Amarelo: 02 para defensores do São Caetano e 03 para palmeirenses

4ª Rodada da Serie A1 – Quarta Feira 30/01

Corinthians 0 x 2 Red Bull Brasil

Árbitro: Vinicius Furlan

Item Técnico

Joguinho sem vergonha, poucas oscilações, dentre estas: estando com total visão do fato quando da disputa pela bola entre o corintiano Fagner e oponente que tocou por ultimo na redonda, gerando reclamações do defensor corintiano

Item Disciplinar

Devagar quase parando

Cartão amarelo: 01 para Fagner por ter reclamado do erro do “boto-branco” de apito e 02 para defensores da equipe oponente

Oeste 0 x 1 Palmeiras

Árbitro: Salim Fende Chaves

Item Técnico

1º – Próximo e com domínio total do lance, na cara dura, deixou de marcar a falta sofrida por Edu Dracena, que por pouco, não teve seu corpo dividido ao meio quando do golpe de luta marcial praticado por seu oponente Kanu

2º – Não marcou a falta penal favorável a equipe palmeirense quando da abusada cotovelada praticada por um dos oponentes no atacante Deyverson

Item Disciplinar

Foi conivente com as pancadas praticadas por maioria dos defensores da equipe do Oeste, exagerou e muito na conversa e tapinhas no costado de alguns dos litigantes, como também, para tirar o amarelo do bolso, fazendo-o, por volta do oitavo minuto da segunda etapa

Cartão Amarelo

04 para defensores do Oeste e 02 para palmeirenses

Resumindo

O péssimo trabalho desenvolvido por este assoprador de latinha, provavelmente, dependente das taxas ou, que encorpe seu ganho em outra atividade, apregoa que:

– Tá tudo dominado por incapacidade dos membros comissão de árbitros; ou então! Por forças ocultas. Kkkkkkkkkkkkkkk

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Política

Nosso Brasil

O bolsonarismo é o petismo no espelho com o sinal trocado – não fosse assim, as eleições teriam sido diferentes

“O Brasil é nosso. Nós somos diferentes deles”. Nós e eles. Eles e nós. Nós não somos eles, eles não são como nós. Nós somos diferentes, e ser diferente significa ser melhor, naturalmente. Mas, quem são eles? E quem diz agora que nós somos diferentes deles, ou que eles são diferentes de nós? Mais fácil responder a segunda pergunta do que a primeira. Dessa vez, quem disse “nós somos diferentes deles”, quem deu ar de novidade à velha ladainha do “nós” e “eles” cuja história é tão rica em Nosso Brasil foi Jair Bolsonaro.

Cabe digressão exploratória e explanatória. O interesse geral pelo termo “populismo” jamais esteve tão alto, a julgar pelos dados do Google Books NGram Viewer, que compila as menções do termo em publicações desde o ano 1900. Isso mesmo, desde o início do século passado. Nas publicações em língua inglesa, espanhola e portuguesa o aumento das citações de “populismo” é espantoso. Em razão disso, cientistas políticos, economistas, sociólogos, e outros pesquisadores da área de ciências sociais têm se dedicado a destrinchar o que, afinal, é populismo. Não é fácil chegar a um consenso sobre o que significa, já que de Hugo Chávez a Viktor Órban, de Donald Trump a Recep Erdogan, da direita à esquerda, há populistas para todos os gostos.

Jan-Werner Müller da Universidade da Pennsylvania, define populismo a partir de alguns ingredientes: trata-se de uma visão antielitista e antipluralista. O aspecto antipluralista é o mais importante. De acordo com a sua definição, o antipluralismo é a postulação moral de que um grupo representa “nós”, o “povo”, e não permite que qualquer outro grupo da sociedade faça a mesma postulação, os “eles”. Os “eles” são imorais e corruptos. A oposição não é legítima, pois quem não apoia os populistas não é parte do “povo”, não está entre “nós”. Opositores políticos, muitas vezes, são tachados de inimigos do “povo”.

O corolário do que está descrito acima é que o populismo é espécie de política identitária excludente, ou, tribal. Outro renomado cientista político e professor da Universidade da Georgia nos EUA, Cas Mudde, define populismo assim: “O populismo é uma ideologia superficial que separa a sociedade em dois grupos antagonistas – as pessoas “puras” e as pessoas “corruptas” – e afirma que a política deve ser a expressão da vontade geral do “povo”.” Contudo, como na definição de Müller, o povo não inclui toda a sociedade, mas apenas aqueles que se autoproclamam seus verdadeiros representantes.

Fim da digressão. “Este é o dia em que o povo começou a se libertar do socialismo, da inversão de valores, do politicamente correto, do gigantismo estatal”. “Esta é a nossa bandeira, que jamais será vermelha, só será vermelha se for do nosso sangue derramado para a manter verde e amarela”. Essas duas frases foram proferidas por Bolsonaro em seu discurso de posse. Examinadas sob a ótica das definições acima, entender quem representa “nós” e quem representa “eles”, uma das perguntas do início desse artigo, fica mais fácil.

“Nós” são todos aqueles que não criticam o novo governo, ainda que as críticas possam ser construtivas. “Eles”, o resto, são “comunistas”, “socialistas”, “vermelhos”, e todos esses termos estão inequivocamente associados a gente corrupta, sem escrúpulos, ou que apoia gente corrupta e sem escrúpulos. O bolsonarismo que se instala no País e se manifesta nas redes sociais incansavelmente é identitário e excludente, suas táticas não são apenas semelhantes às táticas do petismo. São as mesmas táticas já que a retórica petista sempre foi populista, ao menos de acordo com a definição atual do termo que nada tem de suas origens no século 19, quando despontou nos EUA. O bolsonarismo é o petismo no espelho com o sinal trocado – não fosse assim, as eleições de 2018 teriam sido diferentes.

Nosso Brasil passou por um ciclo populista “de esquerda” e agora passará por um ciclo populista “de direita”. Dessa frase, a única expressão que importa é “ciclo populista”, pois para populistas de linhagem, “direita” e “esquerda” são apenas acessórios descartáveis a depender da conveniência.

Nosso Brasil, ainda que com “Deus acima de todos”, nada tem de acolhedor.

Articulista: Monica De Bolle-Economista, Pesquisadora do Peterson Institute For International Economics e Professora da Sais/Johns Hopkins University – Publicado no Estadão do dia 30/01/2019

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Finalizando

“É mais digno morrer louco e honesto do que viver lúcido e desonestamente”

Luca Jordão – Pensador

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Chega de Corruptos e Corruptores

Se liga São Paulo

Acorda Brasil

SP-02/02/2019

Confira abaixo o programa “COLUNA DO FIORI”, desta semana, que foi ao ar em nosso canal do YouTube.

Nele, o ex-árbitro comenta assuntos, por vezes, distintos do que são colocados nesta versão escrita:

*A coluna é também publicada na pagina Facebook:  “No intervalo do Esporte”

*Não serão liberados comentários na Coluna do Fiori devido a ataques gratuitos e pessoais de gente que se sente incomodada com as verdades colocadas pelo colunista, e sequer possuem coragem de se identificar, embora saibamos bem a quais grupos representam.

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