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Além do estádio, Portuguesa perderá arrecadação com aluguéis da “feirinha da madrugada”

Previsto para acontecer em abril, o leilão do Canindé pode não ser o único desastre financeiro desencadeado pela ineficiente gestão do presidente Alexandre Barros.

Recentemente, um dos sócios da “Feirinha da Madrugada”, construída no local em que as piscinas do clube foram aterradas, contratou a Dra. Gislaine Nunes para brigar por direitos, previstos no contrato, que estariam sendo desrespeitados.

Por conta disso, a advogada, responsável pelos clientes que penhoraram o estádio, teve acesso, também, ao faturamento deste empreendimento, e deverá, nos próximos dias, bloqueá-lo.

Em entrevista à radio Bandeirantes, Gislaine esclareceu:

“A Portuguesa, na pessoa do seu presidente, nunca mais nos atendeu ou nos ligou. E começou a atrasar os pagamentos. Agora pedimos a quebra do acordo. Acho que conseguimos, porque em novembro a juíza despachou o pedido para o pagamento dos atletas. Já tem dois meses em atraso e agora, dia 25 de janeiro, vence a terceira”

“(A feirinha) deve ser inaugurada no dia 25 de janeiro ou dia 1º de fevereiro. Falta só o alvará, que, segundo o Diego, está em vias de ser emitido pela Prefeitura. E tudo o que entrar de renda para a Portuguesa vai ser bloqueada”

Em síntese, além de levar a Lusa para as divisões mais baixas do futebol nacional, Alexandre Barros inviabilizou o clube social, deixou o estádio ir à leilão e perderá, também, a arrecadação do “projeto” tratado pelo próprio como “salvador” das finanças rubro-verdes.

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