Polícia salva presidente da Portuguesa de protestos ligados à “feira do rolo”

O presidente da Portuguesa, Alexandre Barros, foi salvo, ontem, pela polícia, após ser enquadrado por grupo de “lojistas”, boa parte deles bolivianos, dentro do Canindé.
As reclamações, segundo fontes, remetiam a suposto desvio de dinheiro do mandatário lusitano.
A Lusa, na gestão Barros, inviabilizou o clube social, aterrando piscinas, tudo para atender comerciantes obscuros que instalaram no local uma ‘feira do rolo”, em regra, dominadas por milicias e pela criminalidade.
No acordo, parte dos aluguéis teriam que ser destinados aos caixas da Portuguesa, porém, estariam sendo pagos, em espécie, para o próprio gestor lusitano, a pretexto do bloqueio de contas da agremiação.
Ontem, porém, muita gente apareceu com recibo de depósito na conta do dirigente, que havia negado ter recebido o dinheiro, e o tempo fechou.
Se nem os conselheiros da Lusa conseguem uma prestação de contas decente de Alexandre Barros, estes comerciantes, ao que parece, também duvidaram de seus procedimentos.
