Depois da marmita, Corinthians dá calote em restaurante do clube

Mais de um ano após ser cobrado, judicialmente, por calote no fornecedor de marmitas, o Corinthians somente quitou a pendência com as contas bloqueadas e o vexame exposto publicamente.
Ainda assim, não aprendeu a lição.
Na última semana, o conselheiro alvinegro Antonio Rachid, que transita bem por todos os lados da política alvinegra, patrocinou almoço árabe no espaço do departamento de Tamboréu, não, como era esperado, no restaurante “Terra e Mar”, localizado dentro do Parque São Jorge.
As razões, soubemos, são humilhantes.
O local está sendo evitado pelos dirigentes alvinegros por conta de novo calote, de valor considerável, situação constrangedora que estaria refletindo, inclusive, na alteração do cardápio do estabelecimento.
Somente o departamento de esportes olímpicos deixou de pagar mais de R$ 500 mil.
Comenta-se no Parque São Jorge que a direção alvinegra, com a orientação para que os seus deixem de frequentar o restaurante, teria como objetivo levá-lo à falência, o que dificultaria, ainda mais, a quitação das despesas.
